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Sistema Endócrino - Coleção Medicina Resumida

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Índice
5.2
Índice
1.

Introdução ao Sistema Endócrino

1.1

CASO CLÍNICO DO Introdução ao Sistema Endócrino

1.2

Introdução ao Sistema Endócrino

1.3

OS HORMÔNIOS

1.4

OS RECEPTORES HORMONAIS

1.5

REGULAÇÃO POR ALÇAS DE RETROALIMENTAÇÃ

1.6

EIXO HIPOTÁLAMO HIPÓFISE

2.

A Glândula Tireoide

2.1

CASO CLÍNICO DA Glândula Tireoide

2.2

ANATOMIA DA Glândula Tireoide

2.3

HISTOLOGIA DA Glândula Tireoide

2.4

FISIOLOGIA DA Glândula Tireoide

3.

Glândula Suprarrenal

3.1

CASO CLÍNICO DA Glândula Suprarrenal

3.2

ANATOMIA DA Glândula Suprarrenal

3.3

HISTOLOGIA DA Glândula Suprarrenal

3.4

FISIOLOGIA DA Glândula Suprarrenal

4.

Hormônio do Crescimento

4.1

CASO CLÍNICO DO Hormônio do Crescimento

4.2

O HORMÔNIO DO CRESCIMENTO

4.3

O RECEPTOR DE GH

4.4

OS EFEITOS FISIOLÓGICOS DO GH

4.5

REGULAÇÃO DA SECREÇÃO DO GH

5.

O Pâncreas Endócrino

5.1

CASO CLÍNICO DO Pâncreas Endócrino

5.2

ANATOMIA DO PÂNCREAS

5.3

HISTOLOGIA DO PÂNCREAS

5.4

FISIOLOGIA DO PÂNCREAS

6.

O Metabolismo do Cálcio e do Fosfato

6.1

CASO CLÍNICO DE O Metabolismo do Cálcio e do Fosfato

6.2

REGULAÇÃO DO METABOLISMO DO CÁLCIO E DO FOSFATO PELO PARATORMÔNIO, CALCITONINA E VITAMINA D

6.3

PARATORMÔNO (PTH)

6.4

CALCITONINA

6.5

VITAMINA D

7.

O Sistema Reprodutor Masculino

7.1

CASO CLÍNICO DO SISTEMA REPRODUTOR MASCULINO

7.2

O SISTEMA REPRODUTOR MASCULINO

7.3

DIFERENCIAÇÃO DAS GENITÁLIAS NO SISTEMA DE DIFERENCIAÇÃOREPRODUTOR MASCULINO

7.4

ANATOMIA E HISTOLOGIA

7.5

ÓRGÃOS INTERNOS ANATOMIA E HISTOLOGIA

7.6

ÓRGÃOS EXTERNOS

7.7

FISIOLOGIA

8.

O Sistema Reprodutor Feminino

8.1

CASO CLÍNICO: O Sistema Reprodutor Feminino

8.2

O SISTEMA REPRODUTOR FEMININO

8.3

ANATOMIA E HISTOLOGIA: ÓRGÃOS INTERNOS

8.4

ÓRGÃOS EXTERNOS

8.5

FISIOLOGIA

9.

Gestação e Lactação

9.1

CASO CLÍNICO - GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

9.2

GESTAÇÃO

9.3

A PLACENTA E SUAS FUNÇÕES

9.4

HORMÔNIOS

9.5

TRANSPORTE DE SUBSTÂNCIAS

9.6

LACTAÇÃO

9.7

PARTO

CARACTERÍSTICAS GERAIS DA ANATOMIA DO PÂNCREAS

O pâncreas faz parte do grupo das chamadas glândulas mistas, isto por que contém uma parte endócrina e uma parte exócrina. A parte exócrina é importante para a função digestiva e a endócrina para função metabólica, a qual vamos estudar nesse capítulo.

CABEÇA DO PÂNCREAS

Corresponde à região mais larga e espessa do pâncreas, localizada na parte interna da curvatura formada pelo duodeno, constituindo como um encaixe. Superiormente está em contato com a primeira porção do duodeno, ficando posterior a ele, já que possui um mesentério curto próximo ao piloro. A margem duodenal fica fixa à segunda parte do duodeno e a região inferior é superior à terceira parte do duodeno e é contínua com o processo uncinado, um lobo acessório que tem origem embriológica diferente do restante do órgão.

COLO DO PÂNCREAS

É a região mais estreita, com 2cm de largura e une a cabeça ao corpo. Essa região é importante pela sua relação íntima com alguns vasos, fato relevante durante cirurgias de câncer pancreático, por exemplo, já que a invasão deles pode tornar o tumor irressecável.

CORPO DO PÂNCREAS

É a parte mais longa e à medida que vai se aproximando da cauda vai ficando mais estreito. O corpo possui 3 faces e 3 margens.

CAUDA DO PÂNCREAS

A cauda é contínua com o corpo e forma a parte mais lateral e estreita do pâncreas, medindo de 1,5 a 3,5cm de comprimento nos adultos. Ela se localiza entre as lâminas do ligamento esplenorrenal, podendo terminar na base dele ou mais para cima, próximo ao hilo esplênico.

VASCULARIZAÇÃO E INERVAÇÃO: ARTÉRIAS

O pâncreas tem uma irrigação rica proveniente do tronco celíaco (artérias gástrica esquerda, hepática e esplênica) e da artéria mesentérica superior. A cabeça do pâncreas e o duodeno são irrigados basicamente pelas artérias pancreaticoduodenais superior e inferior e seus ramos que se anastomosam entre si formando uma alça.

VASCULARIZAÇÃO E INERVAÇÃO: VEIAS

A drenagem venosa é realizada basicamente para o sistema porta hepático e é feita principalmente pelas veias pancreaticoduodenais superior e inferior, drenando cabeça e colo, e pelas tributárias da veia esplênica drenando corpo e cauda (figura 5.3).

VASCULARIZAÇÃO E INERVAÇÃO: DRENAGEM LINFÁTICA

A rede linfática do pâncreas é ampla e os vasos linfáticos maiores acompanham o suprimento arterial e drenam para os linfonodos próximos ao órgão. A drenagem do colo e da cabeça é feita para os linfonodos localizados nas artérias pancreaticoduodenal, mesentérica superior e hepática, além dos linfonodos pré-aórticos e do tronco celíaco.

VASCULARIZAÇÃO E INERVAÇÃO: INERVAÇÃO

A inervação pancreática é derivada do nervo vago (um nervo parassimpático) e dos nervos esplâncnicos abdominopelvícos que são nervos simpáticos. As fibras desses nervos atravessam o diafragma e chegam ao pâncreas seguindo o trajeto das artérias dos plexos celíaco e o mesentérico superior.

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