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Sistema Nervoso - Coleção Medicina Resumida

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Índice
12.4
Índice
1.

ORGANIZAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E CÉLULAS QUE COMPÕEM O SISTEMA NERVOSO

1.1

CASO CLÍNICO - ORGANIZAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E CÉLULAS QUE COMPÕEM O SISTEMA NERVOSO

1.2

OS NEURÔNIOS

1.3

TRANSMISSÃO SINÁPTICA

1.4

CÉLULAS DA NEURÓGLIA, OU CÉLULAS DA GLIA

1.5

EMBRIOGÊNESE DO SISTEMA NERVOSO

1.6

DIVISÃO DO SISTEMA NERVOSO

1.7

ENTENDENDO O CASO

2.

POTENCIAL DE REPOUSO, GRADUADO E DE AÇÃO

2.1

CASO CLÍNICO - POTENCIAL DE REPOUSO, GRADUADO E DE AÇÃO

2.2

O POTENCIAL DE REPOUSO

2.3

O POTENCIAL GRADUADO

2.4

O POTENCIAL DE AÇÃO

2.5

ENTENDENDO O CASO

3.

A TRANSMISSÃO SINÁPTICA

3.1

CASO CLÍNICO - A TRANSMISSÃO SINÁPTICA

3.2

SINAPSES ELÉTRICAS

3.3

SINAPSES QUÍMICAS

3.4

CLASSIFICAÇÕES

3.5

PRINCÍPIOS

3.6

INTERAÇÃO

3.7

ENTENDENDO O CASO

4.

O CÓRTEX CEREBRAL

4.1

CASO CLÍNICO - O CÓRTEX CEREBRAL

4.2

DIVISÕES DO CÓRTEX

4.3

HISTOLOGIA - O CÓRTEX CEREBRAL

4.4

HISTOLOGIA - AS LÂMINAS CORTICAIS

4.5

AS ÁREAS DE BRODMANN

4.6

ENTENDENDO O CASO

5.

CIRCULAÇÃO DO LÍQUIDO CEREBROESPINAL

5.1

CASO CLÍNCO - CIRCULAÇÃO DO LÍQUIDO CEREBROESPINAL

5.2

AS MENINGES

5.3

SISTEMA VENTRICULAR

5.4

LÍQUIDO CEREBROESPINAL

5.5

ENTENDENDO O CASO

6.

TRONCO CEREBRAL E OS NERVOS CRANIANOS

6.1

CASO CLÍNICO - TRONCO CEREBRAL E OS NERVOS CRANIANOS

6.2

O TRONCO CEREBRAL

6.3

O MESENCÉFALO

6.4

A PONTE

6.5

O BULBO

6.6

OS NERVOS CRANIANOS.

6.7

OS NERVOS CRANIANOS

6.8

OS NERVOS CRANIANOS - NERVO ÓPTICO (NC II)

6.9

ENTENDENDO O CASO

7.

CIRCULAÇÃO ARTERIAL DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL

7.1

CASO CLÍNICO - CIRCULAÇÃO ARTERIAL DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL

7.2

SUPRIMENTO SANGUÍNEO DA MEDULA ESPINAL

7.3

SUPRIMENTO SANGUÍNEO DO ENCÉFALO E DO TRONCO CEREBRAL

7.4

BARREIRA HEMATOENCEFÁLICA.

7.5

ENTENDENDO O CASO

8.

DRENAGEM VENOSA DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL

8.1

CASO CLÍNICO - DRENAGEM VENOSA DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL

8.2

AS VEIAS CEREBRAIS

8.3

VEIAS DO TRONCO ENCEFÁLICO

8.4

SEIOS DA DURA MÁTER

8.5

ENTENDENDO O CASO

9.

SISTEMA SENSORIAL SOMÁTICO

9.1

CASO CLÍNICO - SISTEMA SENSORIAL SOMÁTICO

9.2

CONCEITOS

9.3

OS RECEPTORES

9.4

VIAS AFERENTES SENSORIAIS

9.5

MEDULA ESPINAL

9.6

CÓRTEX SOMATOSSENSORIAL

9.7

REGULAÇÃO DA DOR.

9.8

REGULAÇÃO DA DOR

9.9

ENTENDENDO O CASO

10.

OLFATO E PALADAR

10.1

CASO CLÍNICO - OLFATO E PALADAR

10.2

GUSTAÇÃO

10.3

OLFAÇÃO

10.4

ENTENDENDO O CASO

11.

A VISÃO

11.1

CASO CLÍNICO - A VISÃO

11.2

A LUZ E OS PRINCÍPIOS DA ÓPTICA

11.3

ANATOMIA DO OLHO

11.4

FORMAÇÃO DA IMAGEM

11.5

A RETINA

11.6

O NERVO ÓPTICO

11.7

O TRATO ÓPTICO

11.8

CÓRTEX VISUAL

11.9

ENTENDENDO O CASO

12.

A AUDIÇÃO

12.1

CASO CLÍNICO - A AUDIÇÃO

12.2

O SOM

12.3

COMPOSIÇÃO DO SOM

12.4

FISIOLOGIA DO SOM

12.5

VIAS AUDITIVAS

12.6

CÓRTEX AUDITIVO

12.7

ENTENDENDO O CASO

13.

SISTEMA MOTOR SOMÁTICO

13.1

CASO CLÍNICO - SISTEMA MOTOR SOMÁTICO

13.2

SISTEMA MOTOR SOMÁTICO

13.3

PROPRIOCEPÇÃO

13.4

NÚCLEOS DA BASE

13.5

ENTENDENDO O CASO

14.

CEREBELO

14.1

CASO CLÍNICO - CEREBELO

14.2

ANATOMIA - CEREBELO

14.3

HISTOLOGIA - CEREBELO

14.4

VIAS CEREBELARES

14.5

FUNÇÕES CEREBELARES

14.6

ENTENDENDO O CASO

15.

O SISTEMA VESTIBULAR

15.1

CASO CLÍNICO - O SISTEMA VESTIBULAR

15.2

O LABIRINTO VESTIBULAR.

15.3

OS ÓRGÃOS OTOLÍTICOS

15.4

OS CANAIS SEMICIRCULARES

15.5

O NERVO VESTIBULAR

15.6

NÚCLEOS VESTIBULARES E CONEXÕES CENTRAIS

15.7

ENTENDENDO O CASO

16.

LINGUAGEM

16.1

CASO CLÍNICO - LINGUAGEM

16.2

ANATOMIA - LINGUAGEM

16.3

AFASIAS

16.4

O PROCESSAMENTO

16.5

ENTENDENDO O CASO

FISIOLOGIA DO SOM

O movimento para dentro da janela oval empurra a perilinfa na escala vestibular. Se a membrana interna fosse rígida, ocorreria a transmissão da pressão pela perilinfa na escala vestibular, passaria pelo helicotrema, edesceria pela escala timpânica, até a janela redonda. Mas isso não ocorre desse modo, devido a estruturas de dentro da cóclea não serem rígidas, como é o caso da membrana basilar, que é flexível.

INERVAÇÃO DAS CÉLULAS CILIADAS

O nervo auditivo consiste em axônios de neurônios que estão emergindo do gânglio espiral. Ou seja, são os neurônios do gânglio espiral que irão disparar os potenciais de ação vindos do estímulo sonoro direto. Porém, as células ciliadas internas e externas tem inervação diferenciada. Embora existam muito mais células ciliadas externas que internas, a grande maioria dos neurônios vão se comunicar com poucas células internas, e a minoria (cerca de 5%) inervam as células externas. Ou seja, um neurônio inerva diversas células externas ao mesmo tempo, ao passo que vários irão inervar uma única célula ciliada interna.

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