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Sistema Nervoso - Coleção Medicina Resumida

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Índice
13.2
Índice
1.

ORGANIZAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E CÉLULAS QUE COMPÕEM O SISTEMA NERVOSO

1.1

CASO CLÍNICO - ORGANIZAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E CÉLULAS QUE COMPÕEM O SISTEMA NERVOSO

1.2

OS NEURÔNIOS

1.3

TRANSMISSÃO SINÁPTICA

1.4

CÉLULAS DA NEURÓGLIA, OU CÉLULAS DA GLIA

1.5

EMBRIOGÊNESE DO SISTEMA NERVOSO

1.6

DIVISÃO DO SISTEMA NERVOSO

1.7

ENTENDENDO O CASO

2.

POTENCIAL DE REPOUSO, GRADUADO E DE AÇÃO

2.1

CASO CLÍNICO - POTENCIAL DE REPOUSO, GRADUADO E DE AÇÃO

2.2

O POTENCIAL DE REPOUSO

2.3

O POTENCIAL GRADUADO

2.4

O POTENCIAL DE AÇÃO

2.5

ENTENDENDO O CASO

3.

A TRANSMISSÃO SINÁPTICA

3.1

CASO CLÍNICO - A TRANSMISSÃO SINÁPTICA

3.2

SINAPSES ELÉTRICAS

3.3

SINAPSES QUÍMICAS

3.4

CLASSIFICAÇÕES

3.5

PRINCÍPIOS

3.6

INTERAÇÃO

3.7

ENTENDENDO O CASO

4.

O CÓRTEX CEREBRAL

4.1

CASO CLÍNICO - O CÓRTEX CEREBRAL

4.2

DIVISÕES DO CÓRTEX

4.3

HISTOLOGIA - O CÓRTEX CEREBRAL

4.4

HISTOLOGIA - AS LÂMINAS CORTICAIS

4.5

AS ÁREAS DE BRODMANN

4.6

ENTENDENDO O CASO

5.

CIRCULAÇÃO DO LÍQUIDO CEREBROESPINAL

5.1

CASO CLÍNCO - CIRCULAÇÃO DO LÍQUIDO CEREBROESPINAL

5.2

AS MENINGES

5.3

SISTEMA VENTRICULAR

5.4

LÍQUIDO CEREBROESPINAL

5.5

ENTENDENDO O CASO

6.

TRONCO CEREBRAL E OS NERVOS CRANIANOS

6.1

CASO CLÍNICO - TRONCO CEREBRAL E OS NERVOS CRANIANOS

6.2

O TRONCO CEREBRAL

6.3

O MESENCÉFALO

6.4

A PONTE

6.5

O BULBO

6.6

OS NERVOS CRANIANOS.

6.7

OS NERVOS CRANIANOS

6.8

OS NERVOS CRANIANOS - NERVO ÓPTICO (NC II)

6.9

ENTENDENDO O CASO

7.

CIRCULAÇÃO ARTERIAL DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL

7.1

CASO CLÍNICO - CIRCULAÇÃO ARTERIAL DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL

7.2

SUPRIMENTO SANGUÍNEO DA MEDULA ESPINAL

7.3

SUPRIMENTO SANGUÍNEO DO ENCÉFALO E DO TRONCO CEREBRAL

7.4

BARREIRA HEMATOENCEFÁLICA.

7.5

ENTENDENDO O CASO

8.

DRENAGEM VENOSA DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL

8.1

CASO CLÍNICO - DRENAGEM VENOSA DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL

8.2

AS VEIAS CEREBRAIS

8.3

VEIAS DO TRONCO ENCEFÁLICO

8.4

SEIOS DA DURA MÁTER

8.5

ENTENDENDO O CASO

9.

SISTEMA SENSORIAL SOMÁTICO

9.1

CASO CLÍNICO - SISTEMA SENSORIAL SOMÁTICO

9.2

CONCEITOS

9.3

OS RECEPTORES

9.4

VIAS AFERENTES SENSORIAIS

9.5

MEDULA ESPINAL

9.6

CÓRTEX SOMATOSSENSORIAL

9.7

REGULAÇÃO DA DOR.

9.8

REGULAÇÃO DA DOR

9.9

ENTENDENDO O CASO

10.

OLFATO E PALADAR

10.1

CASO CLÍNICO - OLFATO E PALADAR

10.2

GUSTAÇÃO

10.3

OLFAÇÃO

10.4

ENTENDENDO O CASO

11.

A VISÃO

11.1

CASO CLÍNICO - A VISÃO

11.2

A LUZ E OS PRINCÍPIOS DA ÓPTICA

11.3

ANATOMIA DO OLHO

11.4

FORMAÇÃO DA IMAGEM

11.5

A RETINA

11.6

O NERVO ÓPTICO

11.7

O TRATO ÓPTICO

11.8

CÓRTEX VISUAL

11.9

ENTENDENDO O CASO

12.

A AUDIÇÃO

12.1

CASO CLÍNICO - A AUDIÇÃO

12.2

O SOM

12.3

COMPOSIÇÃO DO SOM

12.4

FISIOLOGIA DO SOM

12.5

VIAS AUDITIVAS

12.6

CÓRTEX AUDITIVO

12.7

ENTENDENDO O CASO

13.

SISTEMA MOTOR SOMÁTICO

13.1

CASO CLÍNICO - SISTEMA MOTOR SOMÁTICO

13.2

SISTEMA MOTOR SOMÁTICO

13.3

PROPRIOCEPÇÃO

13.4

NÚCLEOS DA BASE

13.5

ENTENDENDO O CASO

14.

CEREBELO

14.1

CASO CLÍNICO - CEREBELO

14.2

ANATOMIA - CEREBELO

14.3

HISTOLOGIA - CEREBELO

14.4

VIAS CEREBELARES

14.5

FUNÇÕES CEREBELARES

14.6

ENTENDENDO O CASO

15.

O SISTEMA VESTIBULAR

15.1

CASO CLÍNICO - O SISTEMA VESTIBULAR

15.2

O LABIRINTO VESTIBULAR.

15.3

OS ÓRGÃOS OTOLÍTICOS

15.4

OS CANAIS SEMICIRCULARES

15.5

O NERVO VESTIBULAR

15.6

NÚCLEOS VESTIBULARES E CONEXÕES CENTRAIS

15.7

ENTENDENDO O CASO

16.

LINGUAGEM

16.1

CASO CLÍNICO - LINGUAGEM

16.2

ANATOMIA - LINGUAGEM

16.3

AFASIAS

16.4

O PROCESSAMENTO

16.5

ENTENDENDO O CASO

SISTEMA MOTOR SOMÁTICO - CONCEITOS BÁSICOS

Os músculos podem ser divididos em duas categorias, de acordo com aparência microscópica: estriado e liso. O músculo liso é inervado pelo sistema nervoso vegetativo. Ele está presente nas vísceras, como trato digestivo, vasos sanguíneos, etc

SISTEMA MOTOR SOMÁTICO - VIAS CENTRAIS - CÓRTEX CEREBRAL

As áreas centrais relacionadas ao movimento voluntario basicamente são: o córtex motor primário (área 4 de Brodmann), e suas áreas adjacentes (córtex pré-motor – 6, e os tratos corticobulbar e corticoespinais).

SISTEMA MOTOR SOMÁTICO - A MEDULA ESPINHAL - INTERNEURÔNIOS

Estes são os responsáveis por coordenar os programas motores espinais, pois recebem conexões com axônios sensoriais primários, axônios do encéfalo, e dos NMI.

SISTEMA MOTOR SOMÁTICO - A MEDULA ESPINHAL - AS VIAS

A comunicação do encéfalo com os NM da medula se dá por axônios descendentes, que correm por duas vias específicas. Uma delas é a coluna lateral, e a outra ventromedial. As vias laterais se envolvem no movimento voluntário da musculatura distal, sob controle direto do córtex (tratos corticoespinal lateral e rubroespinal). Já as vias ventromediais se envolvem no controle de postura e locomoção, sob controle do tronco encefálico (tratos reticuloespinal, vestíbuloespinal e tectoespinal).

SISTEMA MOTOR SOMÁTICO - COMPONENTES PERIFÉRICOS - NEURÔNIO MOTOR INFERIOR

Os neurônios que saem do corno ventral da medula, e inervam os músculos, são chamados de neurônios motores inferiores. Eles são os responsáveis pela via final comum, de Sherrington, que consiste na contração muscular direta.

SISTEMA MOTOR SOMÁTICO - A CONTRAÇÃO MUSCULAR

Como dito, a contração começa com a liberação de ACo nas junções neuromusculares, que vão gerar os PEPS na membrana pós-sináptica.

SISTEMA MOTOR SOMÁTICO - A FIBRA MUSCULAR

Na embriologia, as células do mesoderma se fundem, para formar os mioblastos, que vão gerar as fibras musculares. Esse fenômeno faz com que elas sejam células multinucleadas, e tenham um formato alongado, daí serem chamadas de fibra. As fibras são envoltas por uma membrana excitável, chamada de sarcolema.

SISTEMA MOTOR SOMÁTICO - A FIBRA MUSCULAR TIPOS DE UNIDADES MOTORAS

É comum quando falamos de carne diferenciar ela pela cor: carne branca (de frango) da carne vermelha (de boi, bode, etc...). As fibras musculares vermelhas são ricas em mitocôndrias e enzimas para metabolismo oxidativo. Elas são mais lentas para contrair que as brancas, mas podem manter a contração por mais tempo sem sofrer a fadiga. Em humanos, a musculatura das pernas, envolvidas no controle postural e antigravitacional, são ricos em fibras vermelhas. Por outro lado, as fibras musculares brancas têm poucas mitocôndrias, e usam metabolismo anaeróbio principalmente, pois contraem de modo rápido e potente, mas entram rapidamente em fadiga. São as fibras da fuga. Nos humanos, os músculos dos braços são ricos em fibras brancas.

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