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Sistema Nervoso - Coleção Medicina Resumida

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Índice
7.3
Índice
1.

ORGANIZAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E CÉLULAS QUE COMPÕEM O SISTEMA NERVOSO

1.1

CASO CLÍNICO - ORGANIZAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E CÉLULAS QUE COMPÕEM O SISTEMA NERVOSO

1.2

OS NEURÔNIOS

1.3

TRANSMISSÃO SINÁPTICA

1.4

CÉLULAS DA NEURÓGLIA, OU CÉLULAS DA GLIA

1.5

EMBRIOGÊNESE DO SISTEMA NERVOSO

1.6

DIVISÃO DO SISTEMA NERVOSO

1.7

ENTENDENDO O CASO

2.

POTENCIAL DE REPOUSO, GRADUADO E DE AÇÃO

2.1

CASO CLÍNICO - POTENCIAL DE REPOUSO, GRADUADO E DE AÇÃO

2.2

O POTENCIAL DE REPOUSO

2.3

O POTENCIAL GRADUADO

2.4

O POTENCIAL DE AÇÃO

2.5

ENTENDENDO O CASO

3.

A TRANSMISSÃO SINÁPTICA

3.1

CASO CLÍNICO - A TRANSMISSÃO SINÁPTICA

3.2

SINAPSES ELÉTRICAS

3.3

SINAPSES QUÍMICAS

3.4

CLASSIFICAÇÕES

3.5

PRINCÍPIOS

3.6

INTERAÇÃO

3.7

ENTENDENDO O CASO

4.

O CÓRTEX CEREBRAL

4.1

CASO CLÍNICO - O CÓRTEX CEREBRAL

4.2

DIVISÕES DO CÓRTEX

4.3

HISTOLOGIA - O CÓRTEX CEREBRAL

4.4

HISTOLOGIA - AS LÂMINAS CORTICAIS

4.5

AS ÁREAS DE BRODMANN

4.6

ENTENDENDO O CASO

5.

CIRCULAÇÃO DO LÍQUIDO CEREBROESPINAL

5.1

CASO CLÍNCO - CIRCULAÇÃO DO LÍQUIDO CEREBROESPINAL

5.2

AS MENINGES

5.3

SISTEMA VENTRICULAR

5.4

LÍQUIDO CEREBROESPINAL

5.5

ENTENDENDO O CASO

6.

TRONCO CEREBRAL E OS NERVOS CRANIANOS

6.1

CASO CLÍNICO - TRONCO CEREBRAL E OS NERVOS CRANIANOS

6.2

O TRONCO CEREBRAL

6.3

O MESENCÉFALO

6.4

A PONTE

6.5

O BULBO

6.6

OS NERVOS CRANIANOS.

6.7

OS NERVOS CRANIANOS

6.8

OS NERVOS CRANIANOS - NERVO ÓPTICO (NC II)

6.9

ENTENDENDO O CASO

7.

CIRCULAÇÃO ARTERIAL DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL

7.1

CASO CLÍNICO - CIRCULAÇÃO ARTERIAL DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL

7.2

SUPRIMENTO SANGUÍNEO DA MEDULA ESPINAL

7.3

SUPRIMENTO SANGUÍNEO DO ENCÉFALO E DO TRONCO CEREBRAL

7.4

BARREIRA HEMATOENCEFÁLICA.

7.5

ENTENDENDO O CASO

8.

DRENAGEM VENOSA DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL

8.1

CASO CLÍNICO - DRENAGEM VENOSA DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL

8.2

AS VEIAS CEREBRAIS

8.3

VEIAS DO TRONCO ENCEFÁLICO

8.4

SEIOS DA DURA MÁTER

8.5

ENTENDENDO O CASO

9.

SISTEMA SENSORIAL SOMÁTICO

9.1

CASO CLÍNICO - SISTEMA SENSORIAL SOMÁTICO

9.2

CONCEITOS

9.3

OS RECEPTORES

9.4

VIAS AFERENTES SENSORIAIS

9.5

MEDULA ESPINAL

9.6

CÓRTEX SOMATOSSENSORIAL

9.7

REGULAÇÃO DA DOR.

9.8

REGULAÇÃO DA DOR

9.9

ENTENDENDO O CASO

10.

OLFATO E PALADAR

10.1

CASO CLÍNICO - OLFATO E PALADAR

10.2

GUSTAÇÃO

10.3

OLFAÇÃO

10.4

ENTENDENDO O CASO

11.

A VISÃO

11.1

CASO CLÍNICO - A VISÃO

11.2

A LUZ E OS PRINCÍPIOS DA ÓPTICA

11.3

ANATOMIA DO OLHO

11.4

FORMAÇÃO DA IMAGEM

11.5

A RETINA

11.6

O NERVO ÓPTICO

11.7

O TRATO ÓPTICO

11.8

CÓRTEX VISUAL

11.9

ENTENDENDO O CASO

12.

A AUDIÇÃO

12.1

CASO CLÍNICO - A AUDIÇÃO

12.2

O SOM

12.3

COMPOSIÇÃO DO SOM

12.4

FISIOLOGIA DO SOM

12.5

VIAS AUDITIVAS

12.6

CÓRTEX AUDITIVO

12.7

ENTENDENDO O CASO

13.

SISTEMA MOTOR SOMÁTICO

13.1

CASO CLÍNICO - SISTEMA MOTOR SOMÁTICO

13.2

SISTEMA MOTOR SOMÁTICO

13.3

PROPRIOCEPÇÃO

13.4

NÚCLEOS DA BASE

13.5

ENTENDENDO O CASO

14.

CEREBELO

14.1

CASO CLÍNICO - CEREBELO

14.2

ANATOMIA - CEREBELO

14.3

HISTOLOGIA - CEREBELO

14.4

VIAS CEREBELARES

14.5

FUNÇÕES CEREBELARES

14.6

ENTENDENDO O CASO

15.

O SISTEMA VESTIBULAR

15.1

CASO CLÍNICO - O SISTEMA VESTIBULAR

15.2

O LABIRINTO VESTIBULAR.

15.3

OS ÓRGÃOS OTOLÍTICOS

15.4

OS CANAIS SEMICIRCULARES

15.5

O NERVO VESTIBULAR

15.6

NÚCLEOS VESTIBULARES E CONEXÕES CENTRAIS

15.7

ENTENDENDO O CASO

16.

LINGUAGEM

16.1

CASO CLÍNICO - LINGUAGEM

16.2

ANATOMIA - LINGUAGEM

16.3

AFASIAS

16.4

O PROCESSAMENTO

16.5

ENTENDENDO O CASO

CIRCULAÇÃO VERTEBROBASILAR OU POSTERIOR

O sistema vertebrobasilar é quem supre todo o tronco cerebral, cerebelo, e porção posterior do encéfalo humano. As artérias vertebrais emergem da subclávia, como havia dito, e adentram o crânio pelo forame magno, e ao nível da junção bulbopontina se unem para formar a artéria basilar, que repousa sobre o sulco basilar, na ponte (Capítulo 6).

CIRCULAÇÃO VERTEBROBASILAR OU POSTERIOR - ARTÉRIAS VERTEBRAIS

Frequentemente, as artérias vertebrais são de calibres diferentes, sendo a esquerda a dominante em cerca de 60% dos casos. Há hipoplasia na esquerda em cerca de 5%, e a direita em 10%.

CIRCULAÇÃO VERTEBROBASILAR OU POSTERIOR - ARTÉRIA BASILAR

A artéria basilar surge da união da artéria vertebral esquerda e a direita, próximo ao nível inferior da ponte. Emite ramos importantes, como as artérias cerebelares superiores e as artérias cerebrais posteriores. Emite também ramos perfurantes no tronco cerebral (paramedianos, circunferenciais curtos e longos).

CIRCULAÇÃO VERTEBROBASILAR OU POSTERIOR - ARTÉRIA CEREBRAL POSTERIOR

A artéria basilar, então, se divide, na sua porcao final, em duas artérias cerebrais posteriores. A ACP, na verdade, recebe sangue tanto da circulação anterior quanto da posterior. Na grande maioria dos casos, a maior parte do suprimento sanguíneo dela vem da circulação posterior, ou seja, da artéria basilar.

CIRCULAÇÃO CAROTÍDEA OU ANTERIOR

Como o nome já diz, esse sistema advém da artéria carótida interna (ACI). A ACI nada mais é do que fruto da bifurcação da artéria carótida comum em carótida interna e externa, a nível da cartilagem tireoide.

CIRCULAÇÃO CAROTÍDEA OU ANTERIOR - ARTÉRIA CARÓTIDA INTERNA

A artéria carótida interna então segue sem emitir ramos importantes, e entra no crânio pelo canal carotídeo, no osso petroso, separado do ouvido médio por uma fina parede óssea. Em seguida, ele entra no seio cavernoso. Nele, se curva para cima e para trás, formando uma alça (o sifão carotídeo). Nessa região, ela emite ramos que irrigam a cavidade timpânica, e a hipófise. Roturas na porção intracavernosa da carótida interna provocam sangramento sem inundar o espaço subaracnóideo, visto que é extradural. Por outro lado, provoca uma comunicação de alta vazão (fístula carotídeo-cavernosa), que aumenta a pressão no seio cavernoso, podendo fazer exoftalmia.

CIRCULAÇÃO CAROTÍDEA OU ANTERIOR - ARTÉRIA CEREBRAL MÉDIA

A artéria cerebral média é o maior ramo da carótida interna. Após surgir, se dirige à lateral, seguindo na fissura sylviana. No percurso, emite ramos perfurantes para os núcleos da base, e a porção anterior da cápsula interna, capsula externa e o claustro. Chegando na cisterna insular, se divide em ramos corticais, irrigando grandes áreas dos lobos parietal, frontal e temporal, incluindo nessas regiões boa parte do córtex somatossensorial e motor, áreas de linguagem, e córtex auditivo.

CIRCULAÇÃO CAROTÍDEA OU ANTERIOR - ARTÉRIA CEREBRAL ANTERIOR

Surge na bifurcação da carótida interna, e segue rostral e medial. Ambas as artérias cerebrais anteriores seguem próximas entre si, se curvando para cima e posteriormente ao nível da lâmina terminal. Nesse local também se forma uma comunicação, a artéria comunicante anterior. É nessa região que também costuma se formar aneurismas.

A nutrição do tecido do SNC não depende exclusivamente de um único sistema. Ou seja, na deficiência de um, o outro pode compensar até certo ponto através do aumento do fluxo, reduzindo o nível de dano que uma redução de fluxo sanguíneo pudesse provocar em alguma região. Isso se deve por conta das circulações colaterais que existem. E, basicamente, há dois locais de comunicação entre a circulação anterior e posterior.

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