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Suporte Básico de Vida: Resumo com mapa mental | Ligas

Introdução O Suporte Básico de Vida (SBV) é um protocolo que visa o atendimento rápido e de qualidade para uma pessoa que apresenta agudamente um problema cardiovascular ou respiratório. Assim, com esse protocolo, o socorrista aprende a avaliar a condição da vítima e como reconhecer uma possível parada cardiorrespiratória (PCR) e uma parada respiratória (PR), além de qual conduta adotar a partir disso. Mas o que é a Parada Cardiorrespiratória? É a parada da função bomba do coração, de forma a interromper a circulação sistêmica de sangue, causando falência no organismo. Já a RCP, Ressuscitação Cardiopulmonar, será a técnica utilizada pelos socorristas para manter (artificialmente) a função bomba do coração, de forma a garantir uma circulação basal para o corpo. Corrente da sobrevivência A Corrente da Sobrevivência é basicamente um passo-a-passo do que o socorrista deve fazer para otimizar o tempo e, dessa forma, ofertar a melhor ajuda possível para a vítima. Essa corrente é composta pelos 6 passos a seguir: Reconhecimento precoce do problema do paciente e acionar imediatamente o serviço de emergência do local em que a cena está acontecendo (SAMU 192 ou SALVAR 193).OBS: É de suma importância, nessa ligação, que o socorrista se identifique, explique com detalhes o quadro clínico do paciente, o contexto da cena, bem como indicar o local em que está. Ademais, é essencial solicitar um DEA (Desfibrilador Externo Automático) imediatamente, uma vez que ele poderá reverter o ritmo cardíaco caótico que se instala, caso este seja chocável.RCP imediato de alta qualidadeDesfibrilação (com o DEA)Chegada do serviço básico/avançado de emergência (equipe médica da ambulância)Suporte avançado de vida e cuidados pós-PCROBS: Essa parte será realizada já no intra-hospitalarRecuperação humanizada com a equipe médica multiprofissional

Trauma Abdominal: resumo e mapa mental | Ligas

Introdução: A lesão abdominal não reconhecida é uma das principais causas de morte evitável nos pacientes com trauma. Tais mortes são resultado da perda massiva de sangue por lesões penetrantes ou fechadas e no sistema pré-hospitalar essa dificuldade se dá devido aos recursos diagnósticos limitados. Nesse sentido, o PHTLS 9ª edição adota que qualquer paciente com choque de origem desconhecida após sofrer um trauma no tronco deve ser considerado como portador de hemorragia intra-abdominal até que se prove o contrário, posto que os sinais e sintomas costumam ser tardios e difíceis de identificar, sobretudo, em pacientes com nível de consciência alterado por álcool, drogas ou lesão cerebral traumática (LCT). Nesse sentido, a preocupação imediata diante de uma situação de trauma abdominal é reconhecer a probabilidade da lesão, tratar os achados clínicos e transportar rapidamente para a unidade de saúde apropriada. Noções anatômicas: Figura 11-5. PHTLS. 9º ED. Para avaliar o paciente, o abdome é dividido inicialmente em 4 quadrantes, traçando-se duas linhas imaginárias: uma medial, entre a ponta do apêndice xifoide até a sínfise púbica, e a outra perpendicular a essa no nível do umbigo. Importante salientar que o conhecimento dos pontos de referência anatômica é importante por haver correlação entre a localização do órgão e a resposta da dor. Nesse sentido, o quadrante superior direito inclui o fígado e a vesícula biliar; o quadrante superior esquerdo contém o baço e o estômago; e os quadrantes inferiores direito e esquerdo contém, principalmente, intestinos, ureteres distais e, nas mulheres, ovários. Somado a isso, dividir os órgãos abdominais em vísceras ocas, sólidos e vasculares (vasos sanguíneos) ajuda a explicar as manifestações das lesões nessas estruturas. Nessa perspectiva, quando um paciente sofre lesão, os órgãos sólidos

Uso de oxigênio em emergências, 2016 – ANZCOR | Ligas

Apesar de possuir potenciais efeitos adversos em determinadas circunstâncias, a suplementação de oxigênio é considerada essencial para indivíduos com dispneia, respirações curtas ou hipoxemia, e pode ser extremamente benéfica tanto para indivíduos que estejam respirando quanto para os que não estão. Entretanto, sua administração deve ser restrita a indivíduos capacitados para tal. Equipamentos Há muitos tipos de dispositivos que auxiliam na administração de oxigênio suplementar e, apesar de cada um possuir especificações em relação ao seu uso, todos devem ser utilizados por pessoas treinadas. Dentre eles, o mais complexo é a bolsa-válvula-máscara. Ao se utilizar esse equipamento em uma vítima que não esteja respirando, são necessários dois profissionais: um que se responsabilize pela via aérea, pela máscara e sua adequada vedação; e outro que realize as insuflações na bolsa. Em determinada situação, caso não houver duas pessoas treinadas, podem ser suficientes a realização de respiração boca-a-boca, utilizando máscara com válvula unidirecional, e a administração de oxigênio suplementar. Manejo É importante lembrar que o Suporte Básico de Vida (SBV) nunca deve ser atrasado devido à administração de oxigênio. No entanto, caso a vítima tenha necessidade dessa suplementação em um ambiente de primeiros socorros, ela deverá ser avaliada posteriormente por um profissional capacitado. O uso do oxímetro de pulso pode auxiliar na identificação de vítimas com SpO2 < 94%, cujo recebimento de oxigenoterapia pode ser benéfico. Outras indicações Além disso, outras indicações para a administração de oxigênio são: sinais de cianose, choque, mal de descompressão (mal do mergulhador), indicativos de intoxicação por monóxido de carbono e/ou outras substâncias, sangramentos ou queimaduras, infartos, acidente vascular encefálico (AVC), asma, anafilaxia, afogamentos, pacientes que estão recebendo ressuscitação cardiopulmonar, entre outros.

Caso Clínico: Embolia Pulmonar | Ligas

Apresentação do caso clínico J. F. F., 31 anos, natural de Salvador-BA, sexo feminino, heterossexual, brasileira, advogada, branca, ensino superior completo, católica. Aciona o serviço de emergência às 2:35 da noite queixando-se de dor torácica e falta de ar há 30 minutos. Ao chegar no local, os socorristas avaliaram a segurança da cena e se paramentaram. Na avaliação primária do atendimento pré-hospitalar, o “XABCDE”,  não foi detectado nenhum sangramento exsanguinante. A paciente se apresentava comunicativa, não havia sinais de obstrução das vias aéreas, no entanto, foi observado pelo socorrista a presença de resquícios de sangue nos lábios e face da paciente. Ao ser questionada, ela relatou que, além da dor torácica, estava tossindo muito e que essa tosse vinha acompanhada de sangue, estando muito preocupada. Além disso, foi notado na paciente distensão venosa jugular. Em relação ao exame do aparelho respiratório, a paciente estava taquipneica e ofegante, sendo iniciada a monitorização. A frequência respiratória era de 32 ipm, a saturação de oxigênio era 91% em ar ambiente e, na ausculta pulmonar, apresentava creptos. Na etapa C, foi verificada a presença B2 hiperfonética (sugestiva de hipertensão pulmonar). Ademais, a paciente estava pálida, pulso periférico com amplitude reduzida, frequência cardíaca aumentada (FC = 112 bpm), tempo de enchimento capilar de 3 segundos e PA de 100 x 80 mmHg. Diante dos achados até o momento e devido ao quadro de dor torácica, a equipe contatou a regulação para agilizar o transporte, dando seguimento à avaliação na ambulância. J.F.F. obteve pontuação 15 na escala de coma de Glasgow e se apresentava muito agitada. No exame pupilar, pupilas isocóricas e fotorreagentes. No E, não foram detectadas  alterações, sendo o foco então a prevenção para hipotermia. Durante a avaliação secundária, foi observado edema (++/IV)

Protocolo NEXUS – 1998 | Ligas

Trauma Raquimedular O traumatismo raquimedular (TRM) é uma lesão na medula espinhal ou coluna vertebral que pode resultar em danos neurológicos, como alterações nas funções autônomas, sensitivas e/ou motoras. Essa lesão pode ser imediata na medula, resultante de um evento traumático, ou pode ser na coluna vertebral, sem lesar a medula inicialmente, mas que pode surgir depois em consequência do movimento da coluna. Assim, mover inadequadamente um paciente vítima de TRM, ou permitir que ele se mova, pode resultar em grandes lesões na medula espinhal, se ela ainda não estiver lesionada, levando a um dano irreparável. A coluna vertebral pode aguentar uma força de carga energética de até 1360 Joules. Assim, esportes de contato e deslocamentos em alta velocidade podem exercer forças muito maiores, levando a lesões importantes. Além disso, em colisões de automóveis em velocidade moderada ou baixa, indivíduos não devidamente contidos podem ser vítimas de TRM, uma vez que seu corpo pode aplicar uma força de energia maior que 4000 Joules contra a coluna em uma colisão da cabeça com o para-brisas ou teto do carro. Diversos mecanismos podem gerar um TRM, principalmente de maneira combinada, dentre eles: Lesão esquelética  Fratura por compressão: gera compressão em cunha ou achatamento total do corpo vertebralFraturas que geram fragmentos ósseos: esses podem se alojar no canal medular próximo à medulaSubluxação: deslocamento parcial de uma vértebra de seu alinhamento normal na colunaSuper estiramento ou laceração dos ligamentos e músculos: geram instabilidade entre as vértebras Carga Axial Ocorre a compressão da coluna quando a cabeça bate em um objeto e o peso do corpo, que ainda está em movimento, atinge a cabeça parada. Pode ser decorrente, também, de uma queda em pé de altura

Manual de Emergências Aquáticas, SOBRASA, 2019 | Ligas

A Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (SOBRASA) afirma ser essencial o conhecimento do perfil das vítimas e as principais razões que facilitam o processo de afogamento para, assim, planejar as medidas preventivas específicas de cada local. O afogamento ocorre quando há líquido em contato com a via aérea da pessoa, sendo essencial a intervenção precoce para garantir a perviedade dessas vias e, portanto, evitar a hipoxemia, quadro responsável pela perda de consciência e pela parada respiratória em poucos minutos. Desse modo, faz-se essencial o conhecimento acerca desse tema, principalmente o que deve ser feito em cada caso, evitando danos neurológicos irreversíveis ao afogado e até a morte. Além disso, o socorrista deve ter conhecimento de maré e de mecanismos de ação do afogamento, visando o efetivo salvamento e não, um cenário de mais uma vítima. Epidemiologia/Etiologia O afogamento é um problema importante e ainda muito presenciado no Brasil. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (SOBRASA), a cada 90 minutos um brasileiro morre afogado. Dentro dessa estatística, os homens morrem 6,8 vezes mais do que as mulheres e 47% dos óbitos ocorrem em pessoas com até 29 anos. Apesar desse quadro endêmico, houve redução de 50% da mortalidade por afogamentos entre 1979 e 2016, mostrando o quanto o país evoluiu nos quesitos prevenção e tratamento imediato. Fisiopatologia O afogamento começa quando a água entra em contato com as vias aéreas, dificultando a respiração do indivíduo e, portanto, em questões de segundos, ele sofre com hipóxia cerebral. Caso a aspiração não seja cessada, ele evolui com inconsciência, apneia e, posteriormente, assistolia. Estudos demonstram que afogamentos em águas frias tendem a ter um prognóstico melhor,

Diretrizes de RCP e ACE 2020 da American Heart Association | Ligas

As diretrizes de RCP e ACE 2020 da American Heart Association são sempre muito aguardadas. A AHA é uma organização sem fins lucrativos dedicada à luta contra doenças cardíacas e derrame. Ela tem como meta auxiliar na melhoria da qualidade de vida e participa ativamente do investimento em pesquisas acerca do tema. Nessa perspectiva, visto que a doença cardíaca é a principal causa de morte no mundo e é comumente fator principiante de deficiência e redução da qualidade de vida, esse resumo foi construído visando facilitar o acesso à informação sobre o manejo recomendado diante de uma parada cardiorrespiratória no adulto, na criança e no neonato e teve como base os principais pontos apresentados pela diretriz sobre RCP e ACE da American Heart Association. Suporte básico e avançado de vida para adultos  A parada cardiorrespiratória é um dos problemas mais graves de saúde e caracteriza-se pela ausência de atividade mecânica cardíaca efetiva, confirmada por ausência de pulso juntamente com falha na mecânica ventilatória. E existem algumas diferenças entre a Parada Cardiorrespiratória Intra-Hospitalar (PCRIH) e a Parada Cardiorrespiratória Extra-Hospitalar (PCREH). PCRIH – Cadeia de sobrevivência Na PCRIH, temos que o primeiro passo da cadeia de sobrevivência da AHA é reconhecer e realizar uma prevenção precoce, em seguida, devemos acionar o serviço médico de emergência e iniciar a RCP de alta qualidade (30 compressões seguidas de 2 insuflações), assim que possível, lançamos mão da desfibrilação. Feito isso, passamos para os cuidados pós-PCR que consistem em medidas de otimização neurológica, hemodinâmica, ventilatória e metabólica que aumentam a sobrevida do paciente. Por fim, temos a etapa da recuperação propriamente dita do paciente. PCREH – Cadeia de sobrevivência Na PCREH, o primeiro

Caso Clínico: Lesões por Queimaduras | Ligas

Apresentação do caso clínico  J.H.P., masculino, 43 anos, peso aparente de cerca de 80kg, estava dormindo em sua casa quando o micro-ondas entrou em curto-circuito, iniciando um incêndio. Ele consegue retirar a sua família às pressas, quando percebe que o seu cão estava preso na residência, voltando para resgatá-lo e, por fim, abandona o local em chamas. Minutos após o ocorrido, a equipe de bombeiros e socorristas do SAMU chega ao local. Em primeiro lugar, realizam a avaliação da segurança e isolamento da área, já em uso dos devidos EPI’s. Então, inicia-se a avaliação primária do paciente, partindo para o “XABCDE”. Percebe-se que o mesmo se encontra consciente, levemente desorientado e sem presença de sangramentos exsanguinantes. Quanto à avaliação das vias aéreas, estas estavam pérvias, porém foi observado uso da musculatura acessória para respirar, tosse produtiva e rouquidão, sinais de inalação por fumaça. Em seguida, foi feita uma intubação orotraqueal, visando a manutenção da perviedade das vias aéreas. Foi preciso uma atenção especial à fixação do tubo endotraqueal por se tratar de um paciente com queimadura facial. O tórax não apresenta indícios de queimaduras ou outras lesões, com a frequência respiratória estável devido à IOT. A pele se encontrava quente e úmida, enchimento capilar = 2 segundos, com a presença de queimaduras não circunferenciais de 2º grau nas regiões da face, pernas (anterior e posteriormente) e braço direito (posteriormente). Em seguida, foram aplicados dois cateteres IV de grande calibre no braço esquerdo, para reposição hídrica com Ringer Lactato de 7200ml nas primeiras 8 horas e a mesma quantidade nas 16 horas subsequentes, segundo a fórmula de Parkland (4ml x 80kg x 45%SCQ). Sinais vitais: FC = 120bpm; FR = 20ipm; PA = 80 x 50mmHg; SpO2

Caso Clínico: Trauma Cranioencefálico | Ligas

Apresentação do caso clínico L.T.R., 25 anos, sexo masculino, dirigia na Luis Eduardo Magalhães, em alta velocidade, quando, ao desviar de um cachorro que atravessava a rua, perdeu o controle do carro e colidiu no túnel. Após a avaliação adequada da segurança e sinalização da cena, com todos os profissionais devidamente paramentados, os socorristas identificam o “sinal de olho de boi” no para-brisa e executam o atendimento inicial ao politraumatizado. Com base no protocolo XABCDE do atendimento pré-hospitalar, os socorristas encontram L.T.R. consciente, confuso e sem sangramentos exsanguinantes. Além disso, ele também apresenta via aérea pérvia e ausência de estase de jugular e desvio de traqueia. O tórax do paciente, por sua vez, revela-se íntegro e sem crepitações, com frequência respiratória levemente elevada. No entanto, L.T.R. possui um sangramento no couro cabeludo, na região temporoparietal direita, sendo possível constatar pele quente e corada, frequência cardíaca discretamente elevada, tempo de enchimento capilar < 2 segundos, estabilidade pélvica e integridade dos ossos e membros. No exame neurológico, os socorristas identificaram pupilas isocóricas e fotorreagentes, bem como ECG de 13 (RO: 3, RV: 4, RM: 6). Sem achados adicionais, o paciente foi coberto com uma manta térmica e encaminhado ao  transporte para a unidade de trauma. Sinais vitais: FC = 110 bpm, FR = 22 ipm, PA = 120 x 80 mmHg, SpO2 = 97%. A avaliação secundária foi realizada dentro da ambulância, sendo identificado equimose periorbital, equimose retroauricular e rinorragia. Ao chegar ao centro de trauma, L.T.R. foi submetido a uma Tomografia Computadorizada (TC) de crânio após uma hora, a qual indicou fratura de ossos zigomático e vômer, além de um hematoma. Pouco depois da saída do exame, foi percebido um rebaixamento de consciência do paciente, que evoluiu

Caso Clínico: Trauma Pediátrico | Ligas

A.F.G, sexo feminino, 3 anos, voltava da casa da avó de Feira de Santana para Salvador, juntamente com os pais. Seu pai assumia a direção do veículo, enquanto A.F.G estava sentada no colo da mãe no banco traseiro. No caminho, o carro colidiu frontalmente contra uma moto, que vinha na contramão a 120km/h. Com o impacto, a criança bateu a cabeça no para-brisa, deixando no vidro o sinal de ‘’teia de aranha’’. Seu pai percebeu que A.F.G. encontrava-se desacordada e em desespero ligou para o SAMU. Cerca de 30 minutos após a ligação, uma ambulância de Suporte Avançado de Vida chegou até o local do ocorrido, iniciando a sinalização da via e tomando medidas de segurança. Em seguida, um dos socorristas disponíveis do SAMU abordou a A.F.G. constatando que ela estava com pulso de 130 bpm e com respiração de 34 ipm. Não foi encontrado sangramento exsanguinante, porém, ao se realizar a manobra de jaw thrust, percebeu-se a presença de um dente e uma quantidade pequena de sangue nas vias aéreas de A.F.G. Então, foi feita a retirada do dente com o ‘’dedo em gancho’’ e o uso da gaze para retirar o excesso de sangue da cavidade oral. Depois, realizou-se a colocação do colar cervical, uma vez que não havia contraindicações. Após, foi realizada a inspeção e palpação do tórax de A.F.G., notando-se o uso de musculatura acessória, além de crepitações no hemitórax direito. A percussão e a ausculta não foram possíveis devido ao ambiente de trauma. Foi realizada a monitorização da paciente (SatO2: 87%) e fornecido oxigênio suplementar a 100%. A.F.G apresentava, também, escoriação no arco supraciliar direito, que foi estancado através da contenção direta. A pele encontrava-se fria e pegajosa, com tempo de enchimento maior que 3 segundos, pulso radial presente bilateralmente,