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Materiais gratuitos para estudar Medicina Baseada em Evidências

Você aplica a MBE nos estudos e na prática médica? Sabemos que o início não é tão fácil, mas para te ajudar nesse processo separamos nesse texto os melhores materiais gratuitos para você estudar e dominar a Medicina Baseada em Evidências! Mas, primeiro, vamos pensar sobre o que é a MBE. Para o autor do Manual de MBE e professor do curso online Sanar MBE, Dr. José Alencar, ela significa, simplesmente, “praticar uma boa Medicina”. Afinal, a simples observação muitas vezes não será suficiente para comprovar o benefício de um tratamento, o que deve ser feito baseado em bons estudos e evidências. E se você está buscando materiais gratuitos para estudar MBE: aqui é seu lugar! Materiais gratuitos para estudar Fundamentos da MBE No primeiro capítulo do Manual de Medicina Baseada em Evidências o professor José Alencar fala sobre os fundamentos da MBE. Assim, ele serve como uma introdução ao tema para quem ainda não sabe o que ela significa ou uma revisão com os conceitos básicos que você precisa para se aprofundar. E, como material gratuito para te ajudar na sua carreira médica, disponibilizamos esse capítulo em formato de e-book, que você pode baixar agora mesmo clicando aqui. Minicurso online A Sanar preparou um minicurso totalmente online, com aulas retiradas do Curso Sanar MBE, para que você desmistifique a Medicina Baseada em Evidências. Nele, você tem acesso a três aulas completas com o Professor José Alencar. Na primeira aula, vamos falar sobre Pensamento Bayesiano aplicado a estudos científicos. Já na segunda aula, você vai aprender sobre o Pensamento Bayesiano aplicado a exames. Por fim,

Cursos durante internato: os melhores complementos ao currículo

Pensar em fazer cursos durante o internato é uma boa ideia? Com certeza cursos durante o internato são uma ótima ideia! Por mais extenso que seja o curso de medicina, é comum que algum buracos fiquem abertos durante a formação. Desse modo, pensar em atividades extracurriculares durante o internato é uma boa ideia. E não só é uma boa ideia pelo fato de preencher algumas das lacunas! Há também o fator “acrescentar um brilho extra” ao currículo, que é sempre muito bem-vindo. Evidentemente, essas atividades extras têm que ter utilidade prática para depois da formação. E cursos complementares são o que há de melhor para isso, não é mesmo? Afinal de contas, o internato é um período intenso de formação para a vida e para a residência. Nesse post mais antigo discutimos justamente sobre essa fase do curso! Mas fazer cursos de quê? Bom, levando em consideração que os cursos extras têm a capacidade de suprir déficits, a escolha pode variar muito entre cada pessoa. Cabe um pouco de autorreflexão antes de decidir qual fazer. Contudo, é claro que a Sanar não te deixaria na mão! Trouxemos aqui nesse post uma sugestão quase universal de um super curso complementar. Curso de Medicina Baseada em Evidências A MBE é um movimento médico o qual preconiza que prática clínica deve ser pautada nas melhores evidências científicas disponíveis, aplicadas com base no método científico. É fácil concluir, portanto, dominar a Medicina Baseada em Evidências é de extrema importância para a qualquer médico (como clínico ou pesquisador). Mais que isso, na verdade: o exercício da MBE é essencial na prática médica!

Dor Torácica: dicas práticas

Seja no plantão, na emergência ou no pronto-socorro, você precisa ser assertivo na conduta e no tratamento ao paciente. E, pensando nisso, trouxemos dicas práticas para você fazer o manejo inicial de um paciente com dor torácica. Como disse o Dr. Thiago Alencar, professor do Curso de Emergências Cardiovasculares da Sanar, você não pode perder tempo perguntando ou examinando coisas desnecessárias – pois esse tempo pode fazer toda a diferença para seu paciente. E, no caso de dor torácica, é fundamental diferenciar uma dor potencialmente grave de dores musculares ou que não necessitam de manejo. Para isso, é importante se atentar à apresentação do paciente. A dor torácica da angina tem muitas vezes, mas não todas, uma descrição clássica da dor que aperta no meio do peito. Contudo, e segundo nosso professor, Dr. Thiago Aragão, muitos pacientes podem e vão relatar não uma dor, mas um incômodo, por exemplo. Por isso, você precisa saber avaliar o paciente e o exame físico. Se ele está pálido ou apresenta sudorese, por exemplo, isso deve chamar sua atenção. E, nos casos que você acredita que podem ser graves, o primeiro passo é levar o paciente (caso ele ainda não esteja lá) para a sala de emergência, vermelha ou de choque. Lá ele precisa ser monitorizado, receber oxigênio (caso seja necessário), acesso venoso e exames, como o eletrocardiograma. ´Lembrando que, apesar de ser extremamente comum, não é todo o caso de dor torácica que necessita de um eletrocardiograma. Um paciente jovem, com dor reprodutível ao toque ou que piore com movimentação, por exemplo, provavelmente não é o caso de uma dor anginosa. Consequentemente, não precisa de um eletro.

Medicina Baseada em Evidências: como aplicar na prática

Você está estudando, já tem uma base em Medicina Baseada em Evidências (MBE), mas ainda não sabe como aplicá-la no seu dia a dia? Então esse texto é para você! Separamos aqui algumas dicas do coordenador do nosso Curso de MBE, o Dr. José Alencar. Ah, e se você ainda estiver querendo dar os primeiros passos na MBE, confira esse texto. Dicas para aplicar a medicina baseada em evidências Seja humilde e questionador Muitas vezes, tendemos a pensar que se um remédio foi prescrito e o paciente apresentou melhora, o remédio foi responsável por ela. Infelizmente, não pensamos se a melhora não foi gerada pela história natural da doença, por exemplo. Talvez, como questiona nosso professor José Alencar, o paciente já iria melhorar e o remédio possa até diminuir suas chances, o tornando um “sobrevivente” do próprio tratamento. E essa situação gera, em médicos e pacientes, uma ilusão. Por isso, não seja o médico engravatado que se vangloria pelos cantos do hospital de ter ajudado um paciente após d ar um remédio sem antes pensar nas evidências. E, também, não use essa lógica distorcida para dar falsas esperanças ao paciente. Muitas vezes, acabamos sem nem perceber “prometendo” curas. Ao invés disso, explique ao paciente como a medicina efetivamente funciona e as incertezas e probabilidades presentes nela. Não acredite em todo e qualquer estudo Dessa forma, você pode ser muito facilmente enganado por hipóteses de baixa plausibilidade ou mesmo por estudos fraudados. Ao invés disso, use a plausibilidade a seu favor. Se pergunte, mesmo antes de analisar o artigo científico ou o

Entender o ECG: como ler o traçado do eletrocardiograma

Você já tentou entender o ECG e se perguntou “como alguém sabe tudo isso?” alguma vez? Já se preocupou em não decifrar o que cada alteração pode sugerir? Então esse se post é para você! O eletrocardiograma é um exame simples que coloca no papel a atividade elétrica do coração. Portanto, o básico sobre seu funcionamento deve ser entendido pelos estudantes de medicina. E isso vale para todos os estudantes, não só para os que pretendem seguir pela Cardiologia! Apesar de ser um exame de execução simples, o processo de compreensão é bastante complexo. Dessa forma, tentar entender o ECG de uma só vez é a formula para se embaralhar. O ideal é começar aos poucos, consolidando novos conceitos em cima dos que já foram absorvidos. Então vamos começar pelo básico. 1. Derivações e posicionamento de eletrodos O primeiro a se saber sobre o ECG para conseguir entender como ele funciona é que existem 12 derivações. As derivações são como “pontos de vistas” do coração. E o que elas “observam”? A diferença de potencial entre dois eletrodos ou entre um ponto virtual e um eletrodo. Dessa forma, o traçado dessa ddp corresponde à atividade elétrica do coração. Quando a ddp é feita a partir de dois eletrodos, a derivação é dita bipolar. Quando é feita entre um eletrodo e um ponto virtual, é chamada de monopolizar. Metade das derivações são chamadas de precordiais, pois estão em um plano horizontal “em frente” ao coração. Todas elas são monopolares (V1, V2, V3, V4, V5 e V6). As outras seis derivações são as periféricas, divididas em monopolares (aVR, aVL e aVF) e bipolares (D1, D2 e D3). Como cada

Tipos de infarto que você precisa conhecer

Você sabia que existem 5 tipos de Infarto Agudo do Miocárdio? Nesse texto você vai conferir um pouco sobre cada um deles e descobrir como se preparar para atender um paciente com IAM. As doenças cardiovasculares são responsáveis por cerca de 30% da mortalidade no Brasil. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, 14 milhões de brasileiros tem alguma doença no coração e 400mil morrem anualmente em decorrência delas. As causas cardiovasculares também são as que mais matam no pronto-socorro, as vezes por falta de conhecimento. Se o profissional conhecesse o correto manejo e diagnóstico, o desfecho do paciente poderia ser outro. Por isso, é fundamental que você, estudante ou médico formado, saiba como manejar um paciente cardiopata. E, pensando nisso, separamos 5 tipos de IAM para você conferir. Ah, e se você quiser dominar de uma vez todas as emergências cardiovasculares, é só clicar aqui! Os tipos de infarto Tipo 1: Instabilidade da Placa Esse é o infarto “clássico”, relacionado à ruptura de placa aterosclerótica, fixação, erosão ou dissecção com trombo intraluminal. Assim, ele leva a uma diminuição do fluxo sanguíneo, com consequente necrose do miócito. Tipo 2: Desbalanço de oferta e demanda Como o próprio nome diz, esse é um infarto gerado por um desbalanço entre a oferta e a demanda de oxigênio do músculo cardíaco. Basicamente, no tipo 1 a oferta de oxigênio é diminuída de forma abrupta dada a oclusão ou subclusão. Já no tipo 2, são vários os mecanismos que podem ter sido envolvidos. Como, por exemplo, um vasoespasmo coronário ou IAM secundário a uma embolia coronariana. Tipo 3: Morte Súbita

Interpretando artigos científicos: como não cair em armadilhas

Você já ouviu falar de Medicina Baseada em Evidências? E em Medicina Enviesada por Evidências? Ler e estudar artigos científicos é essencial para o médico ou estudante de medicina, mas também é extremamente necessário que você saiba como não cair em armadilhas nessa hora. Infelizmente, vemos constantemente pessoas enviesando a medicina, publicando artigos de má qualidade, baixa plausibilidade, com conflitos de interesse, metodologicamente fracos ou, ainda, fraudados. E, apesar do assunto ter se tornado popular durante a pandemia, esse não é um problema que surgiu agora. Há anos cresce o debate de até onde devemos e se é que podemos confiar em estudos sem fazer uma devida análise. Para te ajudar nessa tarefa, vamos comentar aqui dois de vários pontos que você deve se atentar para fugir desses estudos de má qualidade. Cum hoc, ergo propter hoc Esse é um exemplo fácil de falácia que você não quer cometer e deve ficar atento para descobrir se algum estudo não caiu nela. De forma simples, ela fala que não é necessariamente porque uma coisa antecedeu ou aconteceu ao mesmo tempo que outra que ela foi responsável por gerar essa segunda coisa. Vendo apenas os números nós podemos, por exemplo, associar a quantidade de filmes do Nicolas Cage com o número de afogamentos em piscinas que aconteceram entre 1999 e 2009. Mas, não é pela coincidência deles seguirem uma relação de aumento/queda anual que uma coisa influencia na outra, certo? Ao mesmo tempo, não é possível afirmar que, após dar um medicamento ao paciente e ele apresentar uma melhora, apenas analisando essas duas informações, que o remédio foi responsável pela melhora no quadro. Só os estudos científicos, e a

Medicina Baseada em Evidências: por onde começar?

Você conhece a Medicina Baseada em Evidências, também chamada de MBE? Ela vem sendo cada vez mais falada e, para nosso professor, o Dr. José Alencar, ela significa, simplesmente, “praticar boa Medicina”. Toda medicina não é baseada em evidências? Infelizmente, não, pois muitos profissionais ainda baseiam suas decisões em práticas mecanicistas, que podem fazer sentido em um primeiro momento, mas apresentam falhas! Um exemplo é pensar que um fármaco tem uma ação anti-viral in vitro e reduz a carga viral em estudo clínico. Unindo isso ao fato de que estamos vivendo uma pandemia de uma doença viral, podemos chegar a conclusão de que precisamos dar esse remédio para as pessoas, mas nem sempre é assim que o corpo humano vai funcionar. A ação percebida em laboratório, por exemplo, pode não apresentar a mesma reação na prática. Esse pensamento é importante e facilita o entendimento na faculdade ou estudando para uma prova, servindo como um pontapé inicial, mas apresenta falhas na prática. Por onde começar na MBE? Para nosso professor, José Alencar, existe uma curva no desenvolvimento do médico ou estudante na hora de pensar a medicina com base em evidências – e talvez você esteja em um desses estágios! Primeiro, é comum o estudante, residente ou médico, após entender um determinado conceito ou começar a ir muito bem em provas, desenvolver uma grande confiança de que sua lógica é tão boa, que basta para praticar. Assim, infelizmente, ele acaba sendo suscetível a não estar atento e identificar possíveis falhas. Mas, entendendo isso, é a hora do profissional passar para um segundo estágio, onde o questionamento e o estudo imperam. Em

Funsaúde: atualização no edital

O edital do Concurso Funsaúde (Fundação Regional de Saúde do Estado do Ceará), passou pela sua primeira alteração. A mudança foi feita na última sexta-feira, dia 9. Lembrando que sua publicação foi dia 25 de junho. De modo geral, foram feitas poucas alterações. A retificação serviu para explicar pontos acerca da distribuição de vagas, realização da prova, avaliação de títulos, regime de trabalho e requisitos e atribuições da vaga. A primeira mudança diz respeito ao número de vagas, que foi de 1.040 para 1.055 para médicos. Na nova publicação, também foi descrito, além do salário base, o adicional de qualificação prévia, que pode simbolizar um adicional de 10 a 30%. Em relação a realização da prova, que será feita preferencialmente na cidade de Fortaleza dia 24 de outubro, ficou determinado que ela será iniciada as 15h15, tendo até 19h15 para ser finalizada. Concurso Funsaúde O edital da Fundação Regional de Saúde do Estado do Ceará foi publicado dia 25 de julho contando com mais de mil vagas para médicos e remunerações de R$ 13mil a R$23mil. A fundação é responsável por diversos hospitais do estado e o concurso oferta vagas para diferentes especialidades, como: anestesiologia, auditor, cardiologia, cirurgias, clínica médica, dermatologia, genética, gastroenterologia, endocrinologia, geriatria, G.O., infectologia, MFC, nefrologia, neurologia, ofaltamologia, pediatria, pneumologia, radiologia, psiquiatria, entre outros. Corre que ainda dá tempo de se preparar para essa super oportunidade para você que busca um concurso médico estável e bem remunerado! Conheça o nosso Curso Preparatório para Concursos Médicos! Saiba mais sobre benefícios da carreira do médico concursadoAcesse o edital completo

O curso Sanar ECG é bom?

Você já ouviu falar no curso Sanar ECG? O novo lançamento da Sanar chegou se propondo a ser o melhor curso de eletrocardiograma possível. Mas o que ele tem de tão bom? Será que vale a pena investir nesse curso? Vamos responder essas perguntas com 5 atributos do Sanar ECG para você ver se ele é o curso certo pra você. O curso Sanar ECG tem os melhores professores O maior diferencial do curso Sanar ECG é que você aprende com quem realmente entende. O curso foi coordenado pelo nosso professor Dr. José Alencar, médico eletrofisiologista do Instituto Dante Pazzanese, autor do Manual de ECG. Além de ser uma referência nacional no exame, ele ainda é um dos maiores defensores da Medicina Baseada em Evidências no país. Dr. José Alencar Além do Dr. José Alencar, outros professores convidados engrandecem o curso, todos cardiologistas e muitos eletrofisiologistas. Entre eles, destacamos os convidados internacionais, como o Dr. Bayés de Luna, um dos maiores especialistas em ECG no mundo, o Dr. Pedro Brugada, que nomeou a síndrome de Brugada, e o Dr. Samuel Sclarovsky, professor da Universidade de Tel Aviv. Ou seja, o Sanar ECG te dá a oportunidade de receber o conteúdo diretamente de alguns dos maiores profissionais da área. E não vai faltar expertise para te conduzir no aprendizado do eletrocardiograma. Foco na prática médica e direto ao ponto Outro ponto importante a ser considerado sobre o Sanar ECG é que ele não se prende apenas a aspectos teóricos. Dessa forma, ele é ideal para aqueles que buscam aprender o ECG voltado para a prática, e terminar o curso com propriedade para entender e laudar exames nas emergências.