Questões na prática

Cirurgia

Cirurgia do Trauma

A cricotireoidostomia - acesso de via respiratória de emergência, está contraindicada em:

A
Hemoptise.
B
Fratura de base de crânio.
C
Menor de 12 anos e lesão de laringe.
D
Fratura mandibular cominutiva.
E
Trauma de coluna cervical.
Mulher, 49 anos, branca, sexo feminino, foi submetida à tireoidectomia subtotal por doença de Graves no primeiro dia de pós-operatório, começou a sentir parestesia perioral. Qual a provável complicação?
J.C.S., sexo masculino, 64 anos, recorreu ao Hospital São Paulo em Junho de 2002 na sequência de hematêmeses e melenas com 24 horas de evolução, acompanhadas de um episódio de lipotímia. Neste intervalo de tempo, negava dor abdominal, precordialgia, dispneia e "alterações do trânsito intestinal". Negava consumo de AINEs e terapêutica com agentes anticoagulantes. O doente referia a realização de by-pass aortobifemoral por aneurisma da aorta, intervenção realizada em 1998; e ainda HA controlada com antagonistas dos canais de cálcio. Apresentava-se consciente e colaborante, com palidez de pele e mucosas, hemodinamicamente estável, sem alterações na ausculta cardiopulmonar, bem como no exame abdominal, verificando-se a existência de melenas no toque retal. Analiticamente destacava-se anemia normocrômica normocítica (Hb: 10,5 g/dl - N:12,0 - 15,0 g/dl) e leucocitose com neutrofilia (21,000/L- N:4000 -11,000 - com 86% de PMN). O valor do azoto ureico era normal (8 mg/dl - N:4-16 mg/dl). Foi submetido à endoscopia digestiva alta que além de constatar a existência de sangue digerido e coágulos no lúmen gástrico, verificou uma lesão na 3ª porção do duodeno na qual se observava um coágulo aderente e, na sua porção mais inferior um segmento de uma malha metálica. Qual o seu diagnóstico e melhor conduta?
Primigesta com evolução normal do trabalho de parto, durante o período expulsivo tem uma parada na progressão, com apresentação cefálica em occípito direita transversa e assinclitismo anterior, plano +2 De Lee e batimentos cardíacos fetais de 128 bpm. A melhor conduta é:
Paciente apresenta hérnia de hiato esofágico do tipo 1 associada a refluxo gastro-esofágico e mucosa de Barrett com displasia grave, sendo indicada ablação fotodinâmica da mesma. Cerca de 12 horas após o procedimento endoscópico para tal, apresenta dor retroesternal com irradiação cervical e enfisema subcutâneo nesta região. Qual o melhor método diagnóstico para o quadro clínico agudo, apresentado pelo paciente?
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