Questões na prática

Clínica Médica

Endocrinologia

A neuropatia diabética ocorre em cerca de 50% dos indivíduos com DM tipo 1 e tipo 2 de longa duração. Pode manifestar-se como polineuropatia, mononeuropatia e/ou neuropatia autônoma. Acerca dessa condição, temos as seguintes afirmações: I. São fatores de risco tabagismo e IMC (quanto maior for o IMC, maior será o risco de neuropatia). II. O diagnóstico de neuropata diabética é de exclusão, logo só deve ser feito após terem sido excluídas outras etiologias possíveis. III. As neuropatias autônomas que afetam o sistema cardiovascular induzem uma taquicardia em repouso e hipotensão ortostática. IV. A gastroparesia e as anormalidades do esvaziamento vesical são causadas com frequência pela neuropatia autonômica abservada no DM. V. O tratamento de neuropatia diabética é muito satisfatório. Com uma melhora significativa dos sintomas só com um bom controle glicêmico sendo reservado o uso de neurolépticos e antidepressivos para os casos refratários com excelentes resultados. Estão corretas apenas:

Isabel nasceu com hipotonia, reflexo de Moro diminuído, fácies arredondada, pele frouxa na região dorsal do pescoço, clinodactilia do quinto dedo das mãos, fissuras palpebrais oblíquas, pregas epicânticas, língua protrusa, ponte nasal achatada, orelhas pequenas, hiperextensibilidade articular, diástase de reto e hérnia umbilical. Além dessas alterações descritas, pode-se afirmar que nas pessoas com essas alterações:
Em condições normais, a função de marcapasso do coração reside no nó sinoatrial, localizado na junção do átrio direito com a veia cava superior. A disfunção do nó sinoatrial é encontrada, com frequência, em:
São desvantagens da cirurgia videolaparoscópica, EXCETO:
Considere as seguintes situações de dissecção aguda da aorta tipo B: 1. Desobstrução de ramos viscerais, com ou sem uso de stents. 2. Fenestração endovascular na presença de isquemia grave de membro inferior. 3. Implante de stent na luz verdadeira, em dissecções não complicadas. 4. Implante de endoprótese recoberta, em paciente clinicamente instável, sem envolvimento abdominal. A terapia endovascular NÃO está justificada em consensos no(s) caso(s):
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