Questões na prática

Clínica Médica

Gastroenterologia

A pior opção para tratar um megaesôfago chagásico avançado e recidivado é:

A
Dilatações pneumáticas de repetição (com baixa pressão para evitar perfuração).
B
Esofagectomia com anastomose esofagogástrica cervical.
C
Mucosectomia do esôfago com anastomose esofagogástrica cervical.
D
Cardioplastia ampla + antrectomia (ou hemigastrectomia) com reconstrução em Y de Roux + vagotomia troncular.
E
Operação de Thal-Hatafuku.
Rosa parecia cada vez pior, a morte do seu filho Mateus foi desoladora. Apesar de estar tentando cuidar melhor das crianças, a cada ida ao posto, sua tristeza fica mais aparente. Em uma das vezes que trouxe Ronaldinho, Rosa não aguenta e começa a chorar. Dr. Armando então, percebe que é hora de avaliar melhor a situação. Ao longo da conversa, Rosa explicita suas dificuldades e confessa: "Antes de ontem, comprei um pouco de chumbinho (veneno de rato, altamente tóxico). Mandei os meninos para casa da vizinha e já olhei um lugar mais afastado, perto do açude para que ninguém me visse. Doutor, eu moro só com os meninos [...] não existe ninguém por mim [...] Não vejo a hora disso acabar [...]". Baseado no relato acima, assinale a alternativa que apresenta a hipótese diagnóstica e conduta mais adequada:
Acerca da avaliação e do tratamento de pacientes politraumatizados, julgue o item subsequente. Os sinais mais precoces de síndrome compartimental são o deficit motor e o desaparecimento do pulso distal.
Considerando um paciente de 26 anos de idade, vítima de trauma abdominal com lesão esplênica e pancreática e indicação de esplenectomia e pancreatectomia, julgue o item a seguir. A ligadura da artéria esplênica próxima ao hilo proporciona isquemia imediata do baço.
Acerca da avaliação e do tratamento de pacientes politraumatizados, julgue os itens subsequentes. A gravidez promove uma hipovolemia fisiológica e, portanto, pequenas perdas sanguíneas repercutem mais precocemente na perfusão fetal.
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