Questões na prática

Clínica Médica

Infectologia

A presença de sinais de alarme em pacientes com dengue indica a possibilidade de agravamento do quadro clínico para febre hemorrágica ou síndrome do choque da dengue. Estão entre os sinais de alarme, EXCETO:

A
dor abdominal intensa.
B
diminuição repentina da temperatura corporal.
C
queda do hematócrito.
D
queda de plaquetas.
E
desconforto respiratório.
Uma paciente de 36 anos apresenta dor abdominal e diarreia crônica associada à enterorragias paroxísticas. Durante a entrevista médica, os dados obtidos à anamnese e ao exame físico permitiram formular a hipótese diagnóstica de uma doença inflamatória intestinal. Os dados abaixo anotados foram assinalados pelo médico assistente. Todos sugeriam como mais provável o diagnóstico de doença de Crohn, EXCETO (mais sugestivo de retocolite ulcerativa):
Paciente masculino, 62 anos, tabagista e tossidor crônico, apresenta há três dias aumento da secreção pulmonar, que se apresenta espessa e amarelada, febre alta, chiado e dispneia. Ao exame, apresenta-se em mau estado geral, taquipneico, T = 38 ºC, cianose de extremidades ++/4; Extremidades quentes, FC = 114 bat/min; PA = 9 x 6 mmHg. Aparelho Respiratório: Estertores creptantes em bases, roncos e sibilos. Aparelho Cardiovascular: BRNF sem sopros. MMII: Sem edemas. Gasometria arterial em ar ambiente: pH = 7,22; pCO2 = 38 mmHg; pO2 = 68 mmHg; Sat O2 = 82%; HCO3 = 10 mEq/L e BE = –10 mEq/L Em relação à gasometria, pode-se afirmar:
Homem, 18 anos, andando de bicicleta e segurando-se na traseira de caminhão, é jogado a 8 m de distância. Ao chegar à Emergência, apresenta respiração ruidosa e sangramento oral por múltiplas lesões faciais. Sua coluna cervical é então estabilizada, mas a colocação de máscara facial com reservatório a 10 L/min de oxigênio não proporciona melhora clínica. Devido ao sangramento e ao trauma facial não é possível a intubação orotraqueal. O paciente, que estava letárgico, faz apneia. O melhor procedimento para garantir a perviedade das vias aéreas é:
Assinale a alternativa CORRETA. Para triagem de cardiopatia congênita grave, deve-se realizar a aferição da oximetria de pulso (“Teste do Coraçãozinho”) em todo recém-nascido, aparentemente saudável, com idade gestacional > 34 semanas, entre 24 e 48 horas de vida, antes da alta da Unidade Neonatal. Considera-se resultado normal:
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