Questões na prática

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A tosse representa um mecanismo de defesa importante na remoção de secreções excessivas e de corpos estranhos das vias aéreas. Apresenta-se como um dos sintomas mais comuns entre aqueles que levam pacientes a buscar atendimento médico. Com relação à tosse crônica, assinale a alternativa CORRETA:

A
Seu tempo de duração é sempre inferior a três semanas.
B
Raramente decorre de mais de uma causa.
C
Embora os testes diagnósticos sejam úteis para sua avaliação, o diagnóstico final deve basear-se na resposta terapêutica específica.
D
Gotejamento pós-nasal, refluxo gastroesofágico, uso de inibidor da ECA e resfriado comum são as principais causas.
E
Uma de suas causas, a hiper-responsividade brônquica, deve ser tratada com anti-histamínicos e broncodilatadores
Um rapaz de 19 anos procura o pronto-socorro com queixa de hematêmese e melena há 1 dia. Esteve internado por 22 dias por trauma abdominal fechado, com lesão hepática grau IV. Não foi operado. Está descorado e ictérico. Frequência cardíaca: 123 batimentos por minuto; pressão arterial: 86 × 45 mmHg. Foi reanimado com 2 litros de Ringer lactato e submetido à endoscopia digestiva que excluiu lesão gástrica ou duodenal. Próximo passo na investigação diagnóstica:
Um paciente de 48 anos tem diagnóstico de cirrose hepática por vírus B e está na fila de transplante hepático. Vem tendo hematêmese há 2 dias. Realizou endoscopia digestiva alta há 24 horas, que mostrou varizes esofágicas de grosso calibre. Não foi possível parar o sangramento com esclerose ou ligadura. Logo após a endoscopia, foi passado balão esofágico, para controle do sangramento. Foi introduzida terlipressina. Após 24 horas, foi retirado o balão e feita nova endoscopia, mas não houve sucesso no controle da hemorragia das varizes. Melhor conduta neste momento:
Um senhor de 65 anos foi submetido à retossigmoidectomia convencional eletiva, com anastomose colorretal, por neoplasia de reto. Não houve intercorrências na operação. O paciente é hipertenso, diabético e ex-tabagista. Teve infarto agudo do miocárdio há 8 meses, tendo sido feita angioplastia e colocação de stent. O paciente apresentou febre de 38,1°C no 4º dia pós-operatório. Provável causa da febre e conduta a ser adotada:
Vítima de queda de moto, um homem de 22 anos sofreu fratura fechada de fêmur direito. Internado com tração esquelética, no segundo dia pós-trauma começou a apresentar desconforto respiratório, confusão mental, taquicardia, petéquias em tórax e braços e febre baixa. Gasometria arterial: PO2: 55 mmHg. PA: 110 × 70 mmHg. A tomografia de crânio não mostrou alteração nenhuma. Principal hipótese diagnóstica:
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