Questões na prática

Clínica Médica

Hepatologia

A “tríade de Charcot” que pode ser observada na colangite aguda caracteriza-se por:

A
confusão mental, febre e dor no hipocôndrio direito.
B
febre com calafrios, icterícia e dor no hipocôndrio direito.
C
choque séptico, dor no hipocôndrio direito e confusão mental.
D
icterícia, insuficiência renal e choque séptico.
E
dor no hipocôndrio direito, febre e icterícia.
Mulher, 49 anos, branca, sexo feminino, foi submetida à tireoidectomia subtotal por doença de Graves no primeiro dia de pós-operatório, começou a sentir parestesia perioral. Qual a provável complicação?
Paciente na 1ª consulta de pré-natal nos exames de rotina apresentou exame para Toxoplasmose IgG negativa. A conduta durante o pré-natal será?
Homem de 60 anos de idade, afro descendente, com queixa de dor lombar irradiada para o membro inferior esquerdo e perda da força muscular, fraqueza e fadiga. Há dois meses internado por pneumonia e tratado com recuperação. Exame físico: emagrecido, hipocorado (+++/+4), ausência de hepatoesplenomegalia. Exames complementares: 2,94 hemácias, Hg: 8,5 g%, ht: 27% com 3.400 leucócitos VHS 127 mm. Proteínas totais de 10g/dl, albumina de 4,8g/dl e globulinas de 5,2g/dl. Eletroforese de proteínas com lgG de 7g/dl.Uréia 138mg/dl e creatinina de 2,8 mg/dl. RMN da coluna com sinais de compressão medular. O paciente apresentou fratura patológica de úmero ao tomar postura para radiografia do tórax. Em relação a hipótese diagnóstica mas provável, qual a afirmação está INCORRETA:
Mulher de 29 anos, usuária de DIU há 1 ano, chega ao pronto-socorro com dor em fossa ilíaca direita de início súbito, acompanhada de tontura, náuseas e escurecimento visual e sangramento vaginal. Referia última menstruação há cerca de 40 dias. Ao exame, está descorada, PA 80x40 mmHg, pulso de 110 bat/mim. Abdome tenso, doloroso em fossa ilíaca direita, com descompressão brusca presente. Observa-se sangramento pelo colo uterino, colo impérvio, útero discretamente aumentado e doloroso, abaulamento do fórnice vaginal posterior. Qual é o diagnóstico mais provável?
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