Questões na prática

Clínica Médica

Neurologia

Amanda, 37 anos, iniciou com cefaleia hemicraniana direita de forte intensidade associada a sinais disautonômicos. Dura cerca de 1 hora e pode recorrer durante o dia. Boa resposta à Indometacina. A principal hipótese diagnóstica é:

A
Enxaqueca com aurea
B
Cefaleia em salvas
C
Hemicrania paroxística
D
Aneurisma de artéria comunicante anterior
E
SUNCT
Paciente de 78 anos, sexo masculino, diabético insulino-dependente, refere há 2 meses abaulamento em região inguinal direita aos esforços, com redução ao repouso e com desconforto local, mas sem dor. Ao exame físico, manobra de Valsava positiva. Para o quadro clínico acima exposto, é correto afirmar:
Leila, 39 anos, notou aumento da mama com endurecimento focal, calor e rubor há 4 meses. Automedicou-se com pomadas, sem melhora. Há 2 semanas surgiram febre e ulceração em mama, com saída de secreção purulenta. A mamografia revela “classificação de Bi-rads 4’’. Cybele amiga de Leila tem 45 anos e apresenta sangramento uterino anormal. Aproveita a consulta para mostrar o resultado do seu preventivo, cujo laudo foi AGUS (Atipias em Células Glandulares de Significado Indeterminado) com processo inflamatório. A conduta é fazer:
Gestante deu entrada na maternidade em trabalho de parto, com idade gestacional de 36s2d. Teve parto vaginal, sem complicações. Apgar 7/8, pesando 2450g. O pediatra verificou um pequeno aumento de frequência respiratória e acrocianose discreta que se normalizaram em alguns minutos. Qual a conduta mais indicada a ser seguida?
Fernando, 3 anos, branco, compareceu a seu médico de família levado pela mãe com exames complementares já realizados. Fernando estava em bom estado geral, eutrófico e a única alteração apresentada no exame físico foi palidez palmar leve. Os exames apresentavam os seguintes resultados: Hb:10,3 g/dL, VCM: 70, CHCM: 28, ferritina sérica diminuída, saturação de transferrina diminuída, ferro sérico diminuída. Qual o diagnóstico mais provável para Fernando?
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