Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Ginecologia

Anália, 58 anos, internada com febre, náusea e dor abdominal de forte intensidade em hipocôndrio direito com irradiação para o dorso há 36 horas, com piora nas últimas 12. Exame físico: FC 92 bpm, FR 23 irpm, Tax 39°C, dor abdominal intensa à palpação do hipocôndrio direito. Exames laboratoriais: leucograma: 19.000/mm³ (eosinófilos 0%, bastões 10%, segmentados 78%), bilirrubina total 1,2 mg/dl, direta 0,7 mg/gL, indireta 0,5 mg/dl; EAS normal. Anália está na pós-menopausa em terapia hormonal (TH) combinada há 3 anos. Três meses após a alta, queixa-se de incontinência por urgência, nictúria e polaciúria, com prejuízo da sua qualidade de vida. O exame, indicado para confirmar a suspeita diagnóstica é:

A
fluxometria
B
cistometria
C
estudo miccional
D
teste do cotonete
A Síndrome poliglandular auto-imune tipo 2 caracteriza-se por:
Qual das afirmações abaixo está ERRADA em relação à hanseníase?
Quais as evoluções possíveis do complexo primário pulmonar da Paracoccidiodomicose?
Uma paciente de 36 anos com história de cefaleia frontotemporal bilateral, opressiva, quase diária, há mais de 10 anos, procura atendimento no PS por cefaleia com características distintas das crises habituais. Relata, atualmente, cefaleia holocraniana intensa, pulsátil, associada à náusea e vômito, de início súbito, há 12 horas, durante estresse emocional. Nega febre, distúrbio de consciência e quaisquer outros sintomas neurológicos. Ao exame neurológico, encontrava-se lúcida e orientada; à fundoscopia as papilas encontravam-se nítidas e com bordos regulares, porém não se visualizou pulsação venosa retiniana espontânea. Considerando-se esses dados, qual a conduta imediata mais apropriada para o caso?
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