Questões na prática

Clínica Médica

Hepatologia

Anália, 58 anos, internada com febre, náusea e dor abdominal de forte intensidade em hipocôndrio direito com irradiação para o dorso há 36 horas, com piora nas últimas 12. Exame físico: FC 92 bpm, FR 23 irpm, Tax 39°C, dor abdominal intensa à palpação do hipocôndrio direito. Exames laboratoriais: leucograma: 19.000/mm³ (eosinófilos 0%, bastões 10%, segmentados 78%), bilirrubina total 1,2 mg/dl, direta 0,7 mg/gl, indireta 0,5 mg/dl; EAS normal. O exame indicado a seguir é:

A
tomografia computadorizada do abdome.
B
colangiorressonância.
C
ultrassonografia abdominal.
D
endoscopia digestiva alta.
Lactente de 3 meses e meio de idade é levado ao Pronto Atendimento com queixa de vômitos e irritabilidade. A mãe refere que ele apresenta regurgitação pós-mamadas há 2 meses, com piora no último mês. De acordo com o relato materno, “após quase todas as mamadas a criança chora e se joga para trás, regurgita e quer mamar novamente”. Às vezes dorme bem à noite, até por 5 horas seguidas, mas na última semana tem acordado com maior frequência, a cada 2 horas, chorando. Nega febre ou recusa alimentar. Evacuações e urina normais. Ao exame físico: peso e estatura no score Z-1 (pela carteira de vacinação ao nascimento, com 1 e 2 meses de idade, o peso e a estatura estavam no escore Z-0). Bom estado geral, calmo, corado, hidratado, afebril. Fontanelas normais, orofaringe e otoscopia normais. Exame dos campos pleuropulmonares e do precórdio sem anormalidades. Abdome globoso, com ruídos hidroaéreos normais, flácido, indolor, sem massas ou visceromegalias. Considerando os dados apresentados, qual é a melhor hipótese diagnóstica para o caso?
Segundo Stein, Zelmanowicz e Falavigna (2013), o rastreamento, também chamado de rastreio ou screening, pode ser definido como um processo que identifica pessoas aparentemente saudáveis, mas que poderiam apresentar maior risco de desenvolver uma doença ou maior probabilidade de ter uma determinada condição clínica; as quais, uma vez identificadas, se confirmadas com segurança, deveriam receber um tratamento capaz de reduzir o risco e/ou complicação da doença em questão. Com relação ao rastreamento de indivíduos assintomáticos, responda à questão seguinte. De acordo com as diretrizes de rastreamento no contexto da Atenção Primária em Saúde no Brasil, publicadas pelo Ministério da Saúde (Cadernos de Atenção Primária – número 29 – Rastreamento), avalie as opções a seguir: I – Recomenda-se o rastreamento de câncer de próstata usando dosagem anual de antígeno prostático específico (PSA) em homens assintomáticos com idades entre 75 e 85 anos. II – Recomenda-se o rastreamento para o câncer de cólon e reto usando pesquisa de sangue oculto nas fezes, colonoscopia ou sigmoidoscopia, em adultos de ambos os sexos, com idades entre 50 e 75 anos. III – Recomenda-se o rastreamento de câncer de colo do útero em mulheres com idade inferior a 65 anos, sexualmente ativas e que tenham a cérvice (não histerectomizadas). IV – Não se recomenda o rastreamento de câncer de colo do útero em mulheres com idade maior que 65 anos, que já tenham um exame de Papanicolau normal e que não façam parte do grupo de alto risco para essa patologia. V – Recomenda-se o rastreamento de câncer da mama bianual por meio de mamografia para mulheres com idade entre 50 e 74 anos. São recomendações de rastreamento para detecção precoce de câncer:
São sinais sugestivos de infecção faringoamigdaliana estreptocóccica todos os fatores abaixo, exceto:
A presença de uma tumoração na linha média do pescoço, acima da tireoide, de consistência fibroelástica, arredondada, móvel à protrusão da língua, caracteriza o(a):
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