Questões na prática

Clínica Médica

Endocrinologia

Cardiologia

Nefrologia

Antonio Carlos, 35 anos, tem cirurgia eletiva programada devido a otoesclerose estapediana (estapedectomia). Mãe com diabetes tipo II e pai saudável. Exame físico: peso 91 kg, altura 1,80 m e circunferência abdominal 106 cm. PA 140 x 80 mmHg; PR 90 bpm. Aparelhos cardiovascular e respiratório sem alterações. Hérnia em região inguinocrural à direita, diagnosticada há cerca de 5 anos, assintomática. Exames: hemácias 4.980.000/mm³, Hb 15 g/dL, Ht 45,4%, leucócitos 5500/mm³, plaquetas 320.000/mm ³, TAP 100%, INR 1,0; glicemia 114 mg/dL, creatinina 1,3 mg/dL, (clearance creat 102 ml/min), ácido úrico 8,3 mg/dL, Na 140 mEq/l, K 4,7 mEq/l; triglicerídeos 160 mg/dL, HDL 35 mg/dL, LDL 136 mg/dL; microalbuminúria 100 mg/24h. Níveis elevados de ácido úrico estão associados a obesidade, dislipidemia, hipertensão arterial sistêmica e diabetes. Um estudo, no qual 9.125 trabalhadores foram acompanhados por 23 anos, investigou a associação entre ácido úrico elevado e risco para doença coronariana. Os indivíduos com uricemia mais elevada tiveram risco maior de morrer por doença cardiovascular do que aqueles com ácido úrico mais baixo, sendo o risco relativo = 1,29 e IC 95% 1,05 - 1,58. Com relação à função renal, pode-se afirmar que:

A
encontra-se no estágio 1 de doença renal crônica
B
é normal
C
não pode ser estimada apenas com os dados fornecidos
D
está alterada, porque o paciente apresenta intolerância à glicose
Um homem de 62 anos, com história de alcoolismo crônico, tem nível sérico elevado de alfa-fetoproteína. Ao exame físico, não há massas ou linfonodos palpáveis. A pesquisa de sangue oculto nas fezes é negativa. Qual o tumor mais provável desse paciente?
Diabético de 68 anos apresentou paraparesia aguda, sendo levado ao pronto-socorro. Ao ser examinado, foram evidenciados sinais de acometimento do terceiro nervo craniano. O dado que sugere que o problema atual seja devido a acidente vascular e não apenas à neuropatia diabética é a presença de:
Uma paciente de 35 anos, com doença renal crônica de etiologia desconhecida, vinha em terapia dialítica há um ano. Em consulta de rotina, foi identificada fibrilação atrial, iniciando-se o uso de bisoprolol e warfarina. Três semanas depois, em nova consulta, relatou alguns episódios de hematúria macroscópica e verificou-se o aparecimento de livedo reticularis nos membros inferiores. Estes achados levaram o nefrologista a pensar na hipótese mais provável de:
Homem de 23 anos apresenta quadro de dor em epigástrio há 48h com migração para FID e febre baixa. O cirurgião suspeitou de apendicite aguda e indicou a exploração com incisão de McBurney. Ao abrir o peritônio, o apêndice tinha aspecto normal, porém havia hiperemia e espessamento no íleo terminal e no mesentério, com digitação deste sobre a alça intestinal. Neste momento, qual o melhor procedimento do cirurgião?
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