Questões na prática

Otorrinolaringologia

Antonio Carlos, 35 anos, tem cirurgia eletiva programada devido à otoesclerose estapediana (estapedectomia). Mãe com diabetes tipo II e pai saudável. Exame físico: peso 91 kg, altura 1,80 m e circunferência abdominal 106 cm. PA 140 x 80 mmHg; PR 90 bpm. Aparelhos cardiovascular e respiratório sem alterações. Hérnia em região inguinocrural à direita, diagnosticada há cerca de 5 anos, assintomática. Exames: hemácias 4.980.000/mm³, Hb 15g/dL, Ht 45,4%, leucócitos 5500/mm³, plaquetas 320.000/mm ³, TAP 100%, INR 1,0; glicemia 114 mg/dL, creatinina 1,3 mg/dL, (clearance creat 102 ml/min), ácido úrico 8,3 mg/dL, Na 140 mEq/l, K 4,7 mEq/l; triglicerídeos 160 mg/dL, HDL 35mg/dL, LDL 136 mg/dL; microalbuminúria 100 mg/24h. A doença otológica e o achado esperado em exame complementar são, respectivamente:

A
Hipoacusia condutiva progressiva, “gap” aéreo-ósseo na audiometria tonal
B
otalgia lancinante recorrente: discriminação vocal gravemente prejudicada
C
otorreia fétida; surdez neurossensorial contralateral
D
hipoacusia flutuante; sinais de disfunção tubária na impedanciometria
Um fator associado ao aumento do risco de recorrência de crise convulsiva febril é:
Ao realizar estudo urodinâmico em pacientes com bexiga neurogênica e lesão medular torácica alta (acima de T6), deve-se ter cuidado ao se infundir o soro lentamente pelo risco de ocorrer:
A cardiopatia congênita mais frequente em pediatria é:
Nas cardiopatias congênitas acianóticas com fluxo pulmonar aumentado, qual deve ser a maior preocupação?
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