Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Obstetrícia

Aparecem na HELLP síndrome, na síndrome hemolítico-urêmica e na esteatose hepática da gravidez, respectivamente:

A
elevação de enzimas hepáticas, hiperamonemia e presença de esquizócitos.
B
hipertensão, trombocitopenia e hipoglicemia.
C
trombocitopenia, hipoglicemia e hipertensão.
D
proteinúria, presença de esquizócitos e hiperglicemia.
E
presença de esquizócitos, hipoglicemia e trombocitopenia.
Todas as dissertativas sobre a epidemiologia da tuberculose são verdadeiras, EXCETO:
Homem de 60 anos com queixa de diminuição do jato urinário, esforço para iniciar a micção, sensação de esvaziamento vesical incompleto e nictúria três vezes por noite há cinco anos, evoluindo com piora no último ano. Refere que tais sintomas o incomodam e diminuem sua qualidade de vida. Não apresenta comorbidades, nem faz uso de medicamento. Ao toque retal apresenta próstata de aproximadamente 50 cm3 parenquimatosa, consistência fibroelástica, limites precisos e sem nódulos. Exames complementares: PSA total = 3,6 / PSA livre = 1,2 / Creatinina = 1,0 / Urina 1 = normal / Urocultura = negativa US de Vias Urinárias = rins sem alterações e ausência de dilatação do trato urinário. Bexiga com contornos regulares, sem espessamentos da parede. Próstata (transabdominal) com volume de 48,6 cm3, sem projeção intravesical. Volume vesical pré-miccional de 358 ml e pós-miccional de 80 ml. Considerando as informações acima, a melhor opção para o tratamento do paciente é:
Criança de quatro anos de idade com queixa de febre alta (39,8ºC) há mais de sete dias inicia edema de dorso de mãos e pés e “rash” cutâneo há um dia. Apresenta congestão conjuntival, língua em framboesa e exantema difuso em mucosa oral e faríngea. Hemograma apresenta leucocitose com desvio nuclear à esquerda. O diagnóstico mais provável é:
Leia o caso clínico a seguir. Uma paciente de 25 anos, do sexo feminino, com diagnóstico prévio de migrânia com aura, apresentou piora das crises e se automedicou com sumatriptano em uso contínuo por 10 dias e, apesar da melhora da dor, a paciente evoluiu com parestesia seguida de hemiparesia esquerda de predomínio braquiofacial, hiper-reflexia, Hoffmann e Babinski à esquerda, sem alterações sensitivas ou da consciência e com coordenação preservada, sem rigidez de nuca e demais pares cranianos normais. Essa paciente é obesa e dislipidêmica, sem outras comorbidades. Com base nesses dados clínicos, o diagnóstico topográfico neurológico e a hipótese diagnóstica principal são, respectivamente:
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