Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Ginecologia

Aparecida, 48 anos, branca, casada, G2P2A0, procurou seu médico de família com queixa de irregularidade menstrual com alterações na quantidade do fluxo, da duração e frequência dos ciclos. Queixou-se também de ondas de calor. Aparecida é tabagista, sedentária, obesa, hipertensa. Após descartar doença endometrial, orientar sobre o abandono do tabagismo, realizar mamografia, o médico de família e Aparecida optaram por iniciar a Terapia de Reposição Hormonal (TRH). Em relação à TRH, assinale a alternativa INCORRETA:

A
O tratamento da irregularidade menstrual pode ser feito por meio do acetato de medroxiprogesterona, 10 mg, 1 x ao dia do 14° ao 26° dia.
B
Estudos observacionais e o WHI indicam que não há aumento no risco de câncer de mama quando os estrogênios são usados por curtos períodos de tempo (cinco anos ou menos).
C
Estudos observacionais indicam que a estrogenioterapia, após a menopausa, aumenta o risco de trombose venosa profunda.
D
Em estudo populacional, o uso do estrogênio associado ao progestágeno foi associado a um aumento da mortalidade por câncer de ovário.
Homem, 37 anos de idade, com diagnóstico prévio de urolitíase, com dor lombar à direita há 20 dias, fazendo uso de diclofenaco, evoluiu há 48 horas com piora da dor abdominal, com náuseas, vômitos e redução do volume urinário. Exames de laboratório mostram ureia: 120 mg/dl, creatinina: 3,0 mg/dl, hemogasimetria arterial: pH: 7,33; HCO3: 11 mEq/l; PCO2: 26 mmHg, PaO2: 87 mmHg. BE: -4; Cl: 106 mEq/l, Na: 140 mEq/l, SaO2: 94%. K: 6,0 mEq/l; glicemia: 104 mg/dl. Cálcio: 8,5 mg/dl. Sódio urinário em amostra isolada: 19 mEq/l. A ultrassonografia de abdome mostra dilatação pielocalicial à direita, sem outras alterações. A causa mais provável para o distúrbio apresentado é:
Paciente, 35 anos de idade, negra, nuligesta, obesa, diabética e tabagista, vem ao consultório médico para avaliação de rotina. Nega fluxo patológico genital. Refere fluxo menstrual de 28 a 30 dias/3 a 5d/++. Ao exame físico, TA: 120 X 70 mmHg, PR: rítmico e cheio, com 65 bpm. Abdome plano flácido e não doloroso à palpação. Trouxe preventivo normal. USG: útero aumentado de volume à custa de 2 nódulos miomatosos, um subseroso e outro intramural, medindo o maior 2,0 cm x 1,8 cm. Volume uterino de 126 cm³. Ovários de volume e ecotextura habituais. Deseja engravidar futuramente. Na embolização uterina para tratamento de miomas, o exame que melhor avalia a sua celularidade e vascularização é:
Paciente, 52 anos de idade, G4P3A1, queixa-se de sangramento pós-coital há 7 meses. Relata, ainda, fluxo genital com mau cheiro há 15 dias. Coitarca aos 15 anos. Relata passado de sífilis e ser tabagista desde os 17 anos, fumando atualmente uma carteira por dia. Ao exame físico, TA: 100 x 70 mmHg, PR: 80 bpm. Exame segmentar sem alterações. Exame especular revela lesão exofítica de 2,0 cm em lábio anterior do colo uterino. São fatores para câncer de colo uterino, EXCETO:
Paciente, 52 anos de idade, G4P3A1, queixa-se de sangramento pós-coital há 7 meses. Relata, ainda, fluxo genital com mau cheiro há 15 dias. Coitarca aos 15 anos. Relata passado de sífilis e ser tabagista desde os 17 anos, fumando atualmente uma carteira por dia. Ao exame físico, TA: 100 X 70 mmHg, PR: 80 bpm. Exame segmentar sem alterações. Exame especular revela lesão exofítica de 2,0 cm em lábio anterior do colo uterino. Dos tipos de HPV a seguir, os que estão relacionados ao câncer cervical são:
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