Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Ginecologia

As duas questões 24 e 25 referem-se ao caso clínico abaixo: Menina de 11 anos de idade é trazida à unidade de saúde pela mão com queixas de fluxo vaginal que mancha suas roupas intimas. A mãe relata secreção em pequena quantidade, sem odor, não irritativa, não pruriginosa. Na avaliação ginecológica, vulvoscopia sem sinais inflamatórios, hímen intacto, presença de pêlos na região pubiana recobrindo a linha média. Na avaliação da mama, apresenta elevação da mama e da papila, sem separação dos contornos as aréola e da mama. Qual a provável etiologia do fluxo vaginal apresentado pela paciente?

A
Vulvovaginite inespecífica
B
Vulvovaginite específica por Enterobius vermicularis
C
Vulvovaginite específica por Candida albicans
D
Vulvovaginite específica por Gardnerella vaginalis
E
Leucorreia fisiológica
São casos de aumento da amilase sérica, EXCETO:
Paciente do sexo feminino, 56 anos, compareceu ao ambulatório com queixa de crises vertiginosas, hipoacusia e zumbido unilateral flutuante. As crises apareciam de 6 em 6 meses, porém agora com frequência maior. A paciente relata que as crises pioram após ingerir grande quantidade de sal (por exemplo, churrasco). Diante desse caso clínico, qual o diagnóstico e a melhor conduta?
Paciente do sexo feminino, 22 anos de idade, com história clínica evidenciando episódios de dor em hipocôndrio direito, náuseas e vômitos, associados à icterícia e colúria, desde a infância. Após a avaliação inicial, realizou ultrassonografia de abdome que evidenciou colelitíase com dilatação de colédoco. Realizou colangiorressonância que mostrou litíase vesicular, dilatação fusiforme de colédoco (+/- 8 cm de maior diâmetro), entretanto sem coledocolitíase e sem dilatação das vias biliares intra-hepáticas. Assinale a alternativa CORRETA.
Primigesta com evolução normal do trabalho de parto, durante o período expulsivo tem uma parada na progressão, com apresentação cefálica em occípito direita transversa e assinclitismo anterior, plano +2 De Lee e batimentos cardíacos fetais de 128 bpm. A melhor conduta é:
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