Questões na prática

Clínica Médica

Pediatria

Neurologia

Neuropediatria

Não se relaciona á Convulsão Febril (CF) simples:

A
crise tônico-clônica generalizada
B
duração inferior a 15 min (geralmente ao redor de 5 minutos)
C
recorre no mesmo dia
D
não se segue de déficit neurológico transitório
E
asência de sinais focais pós-ictiais
Paciente de 58 anos, tabagista de mais de 30 cigarros/dia, vai à emergência com história de que, há mais ou menos 3 horas, começou com calafrios. Já apresentava tosse produtiva purulenta e calafrios tremulantes uma semana antes, e chiado no peito. Sabia ser portadora de DPOC e usava broncodilatador de longa duração e corticoide inalatório, sendo que, às vezes, nebulizava com fenoterol e ipratrópio. Foi realizado RX de tórax que mostrou consolidação no lobo médio e língula. A paciente não apresentava outras comorbidades. Estava lúcida, orientada, FR 22, FC 90 e SatO2: 94%. Com relação a esse caso, podemos dizer que:
Em relação ao tratamento do diabete melito do tipo 2, a Associação Americana de Diabete recomenda que:
Considere um paciente de 58 anos, com história de dispneia lentamente progressiva nos últimos 30 dias, febre (até 38,9°C), tosse produtiva e astenia. Ao exame físico, apresenta murmúrio vesicular (MV) diminuído à direita. O RX de tórax revela derrame pleural à direita. A conduta adequada é:
Paciente com história de diabete melito e vasculopatia periférica, apresenta lesão ulcerada na planta do pé. Frente à suspeita de osteomielite, qual o exame de maior acurácia diagnóstica?
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