Questões na prática

Clínica Médica

Hepatologia

As vantagens da colecistectomia laparoscópica amplamente comprovadas tornaram-na o procedimento de escolha para tratamento da colelitíase sintomática. Algumas colecistectomias laparoscópicas, entretanto, necessitam de conversão. Na maioria dos casos, essa não é uma falha, nem uma complicação da operação; trata-se, na verdade, de medida necessária a fim de se evitar ambas. Sobre conversão na colecistectomia laparoscópica, assinale a alternativa incorreta.

A
A média de conversão é de 5%, e diminui com maior experiência da técnica.
B
A idade superior a 60 anos é fator de risco para conversão.
C
A principal causa de conversão é a inflamação e aderência entre as estruturas no triângulo de Calot.
D
A principal causa de lesão é a má-identificação da via biliar. Nesses casos, geralmente a laparotomia é necessária para a correção.
E
Na colecistite aguda o momento da intervenção cirúrgica não tem relação com a taxa de conversão.
Mulher, 30 anos de idade, G3P2A0, com 40 semanas de gestação, progrediu no trabalho de parto de 6 cm para 7 cm de dilatação cervical em 2 horas. Ao toque: ODP em plano 0 de DeLee, que persiste desde o início do trabalho de parto. A variedade de posição descrita refere à:
Paciente, 20 anos de idade, G1P0A0, dá entrada em serviço de emergência, com atraso menstrual de 15 dias, referindo dor em baixo ventre e sangramento por via vaginal há dois dias. Nega passado de DST. Ao exame, TA: 120 X 60 mmHg, PR: 70 bpm, temperatura de 36,8°C. Abdome plano, flácido e não doloroso à palpação. Ao toque, útero discretamente aumentado de volume, não doloroso. Não foram palpadas massas anexiais. Beta-HCG: 700 mUI/ml (terceiro padrão internacional). USG revela útero vazio e tumoração heterogênea de 1,5 cm, em região anexial esquerda. O próximo passo, nesse caso, deve ser:
Lactente, dois anos de idade, negro, sexo masculino, natural de Salvador - BA. É internado com quadro de febre há 20 dias, dor em MMSS, com presença de hiperemia em 3° e 5° quirodáctilo D. Antecedentes de três internações no último mês, pelos mesmos sintomas. Portador de falcemia (SS), diagnosticada no teste de triagem neonatal. O Rx mostra lesão osteolítica no 3° e 5° quirodáctilo, com fratura patológica ao nível do 3º, a radiografia de tórax é normal:
Qual a hipótese diagnóstica mais provável e alterações morfológicas esperadas no hemograma de um adolescente de 14 anos que se queixa de cansaço, piora do rendimento escolar e se encontra com palidez cutâneo-mucosa?
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