Questões na prática

Clínica Médica

Pneumologia

Assinale a opção correta:

A
A presença de relação Volume Expiratório Forçado no Primeiro Segundo (VEF1) sobre Capacidade Vital Forçada (CVF) < 70% pré-broncodilatador confirma o diagnóstico de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)
B
Em pacientes com DPOC, o grau de obstrução ao fluxo aéreo é isoladamente o principal fator preditor de mortalidade
C
Os medicamentos de escolha para início do tratamento da DPOC estágio moderado são os corticoides inalatórios
D
A dispneia durante o exercício no paciente com DPOC pode ser explicada pela hiperinsuflação dinâmica
E
A exposição ao fumo de lenha não é fator de risco para desenvolvimento da DPOC
Mulher, 28 anos de idade, solteira, G1P0A1, referiu dor intensa em hipogástrio, com irradiação para região lombar bilateral. A dor iniciou há 3 dias e piorou nas últimas 12 horas, quando apresentou febre de 39,5°C. Nega vômitos e a última evacuação foi há 36 horas. Ao exame, apresentava-se gemente, em posição antálgica e, à palpação do abdome, sinais de peritonismo, principalmente em fossa ilíaca direita. Ao toque vaginal, mostrava dor intensa à mobilização do colo uterino, não sendo possível palpar anexos. Hemograma com 21.000 leucócitos/ml e desvio à esquerda. Ultrassonografia revelou massa anexial à direita de 5 cm de diâmetro sugestiva de abscesso no tubo ovariano. Qual a primeira conduta a ser tomada?
Paciente, 28 anos de idade, procurou atendimento em razão de relação sexual desprotegida há 24 horas, desejando receber orientação sobre contracepção de emergência. Refere parceiro sexual único e nega histórico de morbidades ou hábitos. Sobre contracepção de emergência, qual alternativa está correta?
Paciente com 43 anos de idade, primípara, há 3 anos queixava-se de perda urinária e urgência miccional associada à nictúria e perda de urina durante o ato sexual. Refere perineoplastia há 5 anos. Exames de urina e cultura foram normais. Exame urodinâmico mostrou hiperatividade detrusora, com diagnóstico final de bexiga hiperativa. A terapêutica clínica nesse caso é:
Paciente, 32 de idade, G3P1A2, com queixa de irregularidade menstrual desde a menarca, caracterizada por ciclos oligo ou amenorreicos, intercalados por episódios de sangramento uterino disfuncional. Referiu aumento progressivo de peso, intensificado há 10 anos, após o parto (aproximadamente 30 Kg), associado ao aumento de pelos em face e dorso. Ao exame físico: peso = 105 Kg; altura =1,65 m; IMC = 38,6 Kg/m²; cintura = 147 cm; índice de Ferriman = 10; exame ginecológico sem alteração. Qual a hipótese mais provável para o quadro anovulatório dessa paciente?
Compartilhar