Questões na prática

Clínica Médica

Nefrologia

Cícero, 50 anos, foi internado com história de edema generalizado há 4 meses. Negava dispnéia ou icterícia. Vinha trabalhando normalmente. Ao exame físico, demonstrava anasarca, corado, anictérico, PA=130/80 mmHg, FC=84 bpm. Sem sinais de congestão pulmonar ou de insuficiência cardíaca. No dia 4 de internação apresentou forte dor em hemitórax direito acompanhada de dipneia, cianose, PA=90/70 mmHg e FC=120 bpm. O Rx de tórax estava normal. As condutas para o esclarecimento diagnóstico do evento agudo e da doença de base são respectivamente:

A
arteriografia pulmonar e biópsia hepática
B
mapeamento pulmonar ventilação/perfusão e ecocardiograma
C
TC de tórax e biópsia renal
D
mapeamento pulmonar ventilação/perfusão e proteinúria de 24 horas
E
arteriografia pulmonar e biópsia renal
Homem de 20 de idade, há uma semana com febre, mal-estar, fadiga e dor de garganta. Ao exame, a faringe estava hiperemiada sem exsudato. Adenopatia cervical posterior. Hepatimetria de 12 cm e esplenomegalia. Exames complementares: leucócitos 12.000, linfocitose e linfócitos atípicos, bilirrubina total de 2 mg/dl, AST e ALT de 70 UI/I. Anticorpo heterófilo positivo. Tinha sido medicado com ampicilina e desenvolvido erupção maculo-papular pruriginosa. O diagnóstico mais provável é:
É um fármaco que frequentemente induz lúpus:
Paciente de 30 anos, com história súbita de febre, fadiga, anorexia, perda de peso, dispneia, poliartralgia, lacrimejamento e fotofobia. O exame físico mostra placas e nódulos profundos e dolorosos à palpação em membros inferiores, linfoadenomegalias cervical, axilares e inguinais. A dosagem de ECA está elevada. Seu RX de tórax revela adenopatia hilar bilateral. A suspeita diagnóstica é de:
A doença de Graves constitui a causa mais comum de hipertireoidismo e pode estar acompanhada de:
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