Questões na prática

Clínica Médica

Gastroenterologia

Hepatologia

Com relação à anastomose espleno-renal distal para tratamento da hipertensão portal pode-se afirmar que:

A
pode ser utilizada em doentes com hipertensão portal de origem cirrótica desde que sejam classificados como Child C.
B
nos doentes esquistossomóticos é comum a ocorrência de encefalopatia hepática no período pós-operatório.
C
a anastomose é feita entre a veia esplênica (terço proximal) e a artéria renal esquerda.
D
na hipertensão portal de origem esquistossomótica constitui-se no método cirúrgico que apresenta melhores resultados.
E
a anastomose é feita entre a veia esplênica (terço distal) e a veia renal direita.
Qualquer artéria pode sediar processos de oclusão arterial aguda (embolia ou trombose), mas há preferência por determinadas regiões. Mais frequentemente, ela ocorre:
Paciente do sexo masculino, 55 anos, tabagista, com massa em região cervical. Ao exame físico, presença de tumoração cervical de 4 cm de diâmetro, firme, de mobilidade reduzida em cadeia jugulo-digástrica esquerda. Qual o próximo passo na elucidação diagnóstica?
Um paciente, com 55 anos de idade, etilista crônico, procurou um pronto-atendimento com hematêmese e alteração do nível de consciência. Ao exame físico, observou-se indivíduo emagrecido, agitado, com pressão arterial de 80 x 50 mmHg, pálido, taquipneico, com moderada ascite. Após internação, os exames laboratoriais revelaram dosagem de albumina de 2,6 g/dL, bilirrubina de 3,5 mg/dL, INR (International Normalized Ratio) = 2,0 e sorologia positiva para vírus da hepatite C. As enzimas hepáticas encontravam-se elevadas e a razão entre AST/ALT duas vezes maior que o normal. A dosagem de GGT estava elevada. Qual a causa principal de descompensação clínica deste paciente?
No contexto de profilaxia passiva de hepatite viral a aplicação de imunoglobulina:
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