Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Obstetrícia

Com relação à assistência ao trabalho de parto, assinale a CORRETA:

A
Controle de sinais vitais maternos no momento da admissão e a cada 120 minutos.
B
No segundo período deve-se auscultar BCF (batimentos cardíacos fetais) a cada 15 minutos durante o período expulsivo, imediatamente antes, durante e após a contração uterina.
C
A assistência ao terceiro período, o manejo ativo, consiste no emprego de ocitócitos após o desprendimento dos ombros, combinado com a tração controlada do cordão umbilical.
D
Na assistência ao quarto período, deve-se observar sinais vitais e sangramento. Se sangramento excessivo por hipotonia uterina, realizar massagem uterina e infusão de 100 a 150 U de ocitocina em 1000 ml de solução glicosada a 40 gts/min.
E
Partograma: utilizar somente para acompanhamento de pacientes em trabalho de parto prematuro. Registrar a curva de dilatação cervical com “X” e a curva de descida da cabeça fetal com “O”.
Alberto tem 32 anos e viajava de carro com sua esposa Ana, de 30 anos, e seus dois filhos Mário e Luis de 6 e 4 anos, respectivamente. Os pais ocupavam os assentos dianteiros e os filhos estavam acomodados no banco traseiro. Somente Alberto não usava o cinto de segurança. Durante discussão entre as crianças, Alberto se distraiu e cruzou a pista colidindo de frente com outro automóvel que vinha em sentido contrário e era ocupado por José de 60 anos. Socorridos após 20 minutos pelo Grupamento de Socorro de Emergência, após estabilização foram levados para hospital municipal público da região. Ao dar entrada no pronto-socorro Alberto apresentava dor em região costal anterior direita e dispneia leve com PA = 110 x 75 mmHg e pulso de 132 bpm. Ao exame físico notava-se lesão em abrasão na região de 9o a 11o arcos costais anteriores direitos com pequena depressão da parede torácica e dor à palpação profunda do abdome com defesa voluntária. Ana encontrava-se hipocorada (++/4+), PA 90 x 50 mmHg, pulso de 144 bpm, dor de forte intensidade em cintura pélvica com dificuldade de mobilização dos membros inferiores. As crianças não apresentavam lesões ao exame físico e José faleceu imediatamente após dar entrada no PS apesar de todas as manobras de manutenção da vida. Após realizarmos RX de tórax e abdome e US abdominal em Alberto, constatou-se fratura de 10o e 11o arcos costais direito, nível líquido compreendendo 1/3 do espaço pleural direito e não foram identificadas lesões abdominais nos exames realizados. Para Alberto a melhor alternativa de tratamento, neste momento, é:
A glomerulonefrite difusa aguda (GNDA) é uma doença:
Criança de dois anos e meio de idade, que já falava adequadamente, vem apresentando gagueira há um mês. A mãe, bastante ansiosa, leva a criança ao pediatra com esta queixa. Considerando o diagnóstico, a conduta mais adequada é:
São considerados como principais fatores de risco para artrite séptica, EXCETO:
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