Questões na prática

Cirurgia

Cirurgia Geral

Com relação ao acesso vascular para nutrição parenteral, assinale a alternativa INCORRETA.

A
A via mais comumente empregada em adultos é a punção infraclavicular da veia subclávia.
B
A punção da veia jugular é segura e efetiva.
C
O PICC (cateter central de inserção periférica) é seguro em neonatos.
D
A dissecção da veia jugular interna com tunelização do cateter é segura e permite manter cateteres de longa permanência.
E
A via venosa central é necessária devido à alta osmolaridade das emulsões lipídicas.
Mulher de 37 anos, procura a Unidade de Saúde da Família com quadro de febre há quatro dias, não aferida, acompanhada de tosse preferencialmente noturna, cefaléia na região frontal, de moderada intensidade, ao longo de todo o dia e que melhora a noite e secreção nasal esbranquiçada e fluida, bilateralmente. Sem outras queixas. De antecedentes pessoais relatou tabagismo 1 maço/ano. Exame físico: Bom estado geral, FR= 16 irpm, FC= 72 bpm; hiperemia conjuntival bilateral; dor à dígito-pressão de região frontal, bilateralmente. Oroscopia: presença de secreção perolácea em retrofaringe, com hiperemia de pilares amigdalianos bilateralmente. Diante do exposto, a conduta é:
Paciente com cefaleia em região frontal e maxilar, com sensação de peso ao baixar a cabeça, voz anasalada, rinorreia de aspecto purulento, febre, apatia, tosse que piora ao deitar. O diagnóstico mais provável diante do quadro clínico apresentado é:
Paula tem três anos e há 15 dias vem apresentando secreção purulenta com raios de sangue e odor fétido na narina D. O diagnóstico provável é:
Mulher, 54 anos, com aparecimento de lesão ulcerada há um ano em terço distal da face medial da perna direita de crescimento progressivo (figuras abaixo). Relata ainda que a úlcera é muito exsudativa e dolorosa, principalmente quando fica por longos períodos em pé, com melhora da dor ao repouso. Possui hipertensão arterial bem controlada em uso de atenolol. A temperatura local é sempre aumentada em relação ao lado contralateral e tem hiperestesia próximo à lesão. Apresenta também dermatofibrose e pulsos distais de difícil palpação pela fibrose local. Qual a provável etiologia desta lesão?
Compartilhar