Questões na prática

Cirurgia

Cirurgia do Trauma

Cirurgia Geral

Considere os pacientes abaixo relacionados, ressaltando-se que todos foram atendidos no local do acidente pelo SAMU e encaminhados para um hospital de referência: Paciente 1 – Paciente 38 anos, masculino, vítima de acidente automobilístico, com vítima fatal. Lá chegou acordado, alerta, sem alterações neurológicas, sóbrio, sem relato de dor cervical. Paciente 2 – Paciente sexo masculino, 29 anos, vítima de capotamento. Foi atendido alerta, neurologicamente normal, cooperativo, com relato de dor em região cervicotorácica. Paciente 3 – Paciente 9 anos, masculino, vítima de acidente automobilístico, tendo sido projetado para fora do veículo. Atendido alerta, cooperativo, sem déficit neurológico, sem relato de dor cervical. Paciente 4 – Paciente sexo masculino, 65 anos, vítima de queda, cerca de 8 metros. Estava agitado, confuso, com sinais de hemorragia intra-abdominal, com necessidade de cirurgia de urgência. Qual alternativa contém as opções corretas sobre a conduta em relação à coluna cervical desses pacientes, respectivamente:

A
Paciente 1 – Pode ter o seu colar cervical removido e submetido a exame clínico cervical. Paciente 2 – Deverá ser submetido à radiografia de coluna cervical em incidência lateral, AP e transoral; caso estas estejam normais, deve-se retirar o colar cervical e realizar uma radiografia lateral em flexão. Paciente 3 – Deverá ser submetido à radiografia de coluna cervical em incidência lateral, AP e transoral e a Tomografia computadorizada de coluna cervical. Paciente 4 – deverá permanecer com colar cervical, ser mobilizado com técnica de rolamento em bloco, não deverá ser operado em prancha longa.
B
Paciente 1 – Somente deverá ter o seu colar cervical removido após a realização das radiografias de coluna. Paciente 2 – Deverá ser submetido à radiografia de coluna cervical em incidência lateral, AP e transoral; caso estas estejam normais, deve-se retirar o colar cervical sem necessidade de realizar a radiografia lateral em flexão. Paciente 3 – Deverá ser submetido à Tomografia computadorizada de coluna cervical. Paciente 4 – Só poderá ser operado após avaliação adequada da coluna cervical.
C
Paciente 1 – Pode ter o seu colar cervical removido e submetido a exame clínico cervical e, se não apresentar dor à movimentação lateral, flexão e extensão, não necessitará realizar radiografias. Paciente 2 – Deverá ser submetido à radiografia de coluna cervical em incidência lateral, AP e transoral; caso estas estejam normais, deve-se retirar o colar cervical. Paciente 3 – Deverá ser submetido à Tomografia computadorizada de coluna cervical. Paciente 4 – Poderá ter o seu colar removido, desde que sejam tomados cuidados para prevenir lesão cervical.
D
Paciente 1 – Pode ter o seu colar cervical removido definitivamente. Paciente 2 - Deverá ser submetido à radiografia de coluna cervical em incidência lateral, AP e transoral; caso estas estejam normais, deve-se retirar o colar cervical e realizar uma radiografia lateral em flexão. Paciente 3 – Como está sem dor, poderá ter o colar cervical removido. Paciente 4 – Deverá permanecer com colar cervical e mobilizado com técnica de rolamento em bloco, não deverá ser operado em prancha longa.
A imaturidade cerebral característica do prematuro o predispõe a crises convulsivas no período neonatal. A manifestação clínica mais frequente nessa faixa etária é:
Paciente de 60 anos, feminina, hipertensa e diabética, vem a consulta de rotina ambulatorial apresentando massa abdominal pulsátil. Faz uso de anlodipino e hidroclorotiazida. Foi solicitado Ultrasom abdominal revelando aneurisma de aorta infra renal de 4,7 cm e encaminhada ao ambulatório de cirurgia geral. Qual a melhor conduta neste caso?
Paciente do sexo masculino, 60 anos, hipertenso há anos e com discreta sequela motora em membros superior e inferior esquerdos decorrente de acidente vascular encefálico sofrido há 1 ano, procura pronto-socorro por dor de início súbito no membro inferior esquerdo, de forte intensidade, iniciada há 3 horas. Ao exame físico: pressão arterial = 140 x 80 mmHg, frequência cardíaca de 132 batimentos por minuto e pulso irregular. Há gradiente térmico e palidez presentes no membro da queixa. Os pulsos poplíteo, tibial posterior e pedioso à esquerda são ausentes e os demais presentes. A hipótese diagnóstica e o tratamento são respectivamente:
Dentre as seguintes alternativas, quais cardiopatias apresentam hiperfluxo pulmonar:
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