Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Obstetrícia

Considere uma paciente de 35 anos, em amenorreia há 6 meses, e sem outras queixas. Relata história de curetagem uterina por abortamento há 7 meses. Nega uso de medicamentos. Assinale a melhor conduta:

A
Solicitar dosagem de E2, progesterona e FSH para descartar menopausa precoce.
B
Indicar histeroscopia para diagnóstico e tratamento das sinéquias uterinas.
C
Iniciar com teste de privação hormonal para afastar sinéquias uterinas.
D
Considerar como provável causa a presença de sinéquias uterinas e encaminhar diretamente para curetagem uterina e colocação de DIU.
E
Caso exames físico e ginecológico sejam normais, iniciar investigação com dosagem de FSH, LH e Prolactina, descartando assim os principais distúrbios endócrinos.
Pacientes que apresentam claudicação intermitente têm os seguintes sintomas, com exceção de:
Dor + Delirium. Mulher de 69 anos, está internada há três dias para tratamento de úlcera sacral infectada. É acamada há dois anos, após internação prolongada em UTI para tratamento de pneumonia. Está em uso de Ciprofloxacino 750mg via oral de 12/12h e Metronidazol 500mg via oral de 8/8h, insulina NPH 42 UI/dia, insulina regular 18 UI/dia, ranitidina 150mg via oral de 8/8h, paracetamol 1000mg via oral de 6/6h e codeína 30mg via oral de 4/4h. Nesta manhã foi submetida a desbridamento mecânico da úlcera pela equipe da enfermagem, com remoção completa do material necrótico. Segundo relato da enfermagem, não há exposição óssea. Exame laboratoriais da rotina: Hemograma: Hb= 9,3g/dL; leucócitos= 22800/mm3 (segmentados=18400/mm3, linfócitos= 1800/mm3); plaquetas= 455.000/mm3. RNI= 1,2. Ureia=107 mg/dL. Creatinina= 2,3mg/dL. K=4,7 mEq/L. Na= 156 mEq/L. Você é chamado no início do seu plantão noturno pois a paciente queixa-se de muita dor no local da úlcera sacral, mesmo após a medicação prescrita de horário. A conduta é:
Quais são as hipóteses diagnósticas de um Recém-nascido com incapacidade de eliminar mecônio nas primeiras 24 horas de vida?
Na síndrome da revascularização, após desobstrução arterial aguda no membro inferior, o paciente
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