Questões na prática

Clínica Médica

Gastroenterologia

Endocrinologia

Considere uma paciente de 55 anos, mulher, 5 anos após IAM, com HAS e DM tipo II com sintomas importantes de DRGE. O tratamento clínico não teve sucesso adequado. Seu IMC é de 55. EDA realizada mostra esofagite severa com biópsia múltipla, mostrando alterações inlamatórias sem neoplasia. O melhor tratamento é:

A
Duodenal Switch.
B
Banda gástrica ajustável.
C
Fundoplicatura tipo Nissen.
D
By-pass gástrico em Y-Roux.
E
Gastroplastia com bandagem vertical.
Homem, com 35 anos de idade, procura atendimento médico por apresentar aumento progressivo da região cervical à direita, há 30 dias. Nega febre, emagrecimento, tosse ou dispneia e dor no local da massa. Ao exame, massa cervical anterior direita, mal delimitada, aderida a planos profundos, consistência endurecida, com cerca de 8 centímetros no seu maior diâmetro. Restante do exame físico normal, exceto pelo aumento da amígdala direita (cerca de 4 vezes maior do que a esquerda). Podemos afirmar que a principal hipótese diagnóstica é de:
Um paciente, com 52 anos de idade, com história de hipertensão arterial há cinco anos e cefaleia há seis horas, refere que seu pai, hipertenso, faleceu devido a um AVCI aos 60 anos. Sua irmã de 55 anos também apresenta hipertensão arterial. Vem fazendo uso de enalapril (20 mg 2 x/dia), restrição de sal e caminhadas diárias. Tem 1,78 m de altura e 80 Kg de peso. Ao exame físico, apresenta-se hígido e com PA = 152/100 mmHg (sentado). Seus exames bioquímicos e ECG são normais. A conduta mais apropriada é:
Paciente, com 21 anos de idade, com diagnóstico de diabetes há 3 anos medicada com insulina. Foi verificada hemoglobina glicada de 10% no mesmo dia em que foi diagnosticada a gestação por atraso menstrual de 3 semanas, ocasião em que procurou assistência. Em relação ao risco fetal e ao controle da glicemia, é verdade dizer que:
Mulher gestante de 10 semanas apresenta FTA-ABS positivo e VDRL negativo.Conduta:
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