Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Ginecologia

Constitui contraindicação absoluta de DIU (Dispositivo Intrauterino):

A
Nuliparidade
B
Mioma subseroso
C
Dismenorreia
D
Anemias
E
Doença Inflamatória pélvica
Criança de 10 anos de idade, cardiopata está internada na UTI pediátrica, intubada, em ventilação mecânica e monitorada. Ao ser chamado de urgência para avaliá-la, o médico percebe ausência de respiração espontânea e de pulsos centrais. O monitor cardíaco mostra padrão bizarro, compatível com fibrilação ventricular. A criança tem acesso venoso, e o desfibrilador cardioversor está prontamente disponível. Qual deve ser a conduta inicial?
Recém-nascido, sexo masculino, primogênito, 2 horas de vida, nascido a termo e com peso adequado para a idade gestacional, apresenta imperfuração anal. Ao exame físico, evidencia-se fístula retocutânea para o períneo, sem outras alterações. Solicitada uma ultrassonografia de vias urinárias que demostrou hidronefrose leve em rim direito, sem outras anormalidades. Pré-natal, incluindo ultrassonografia no 3º trimestre, normal. A conduta cirúrgica subsequente a ser indicada para essa criança será:
Um homem de 55 anos apresenta dor torácica súbita, irradiada para membro superior esquerdo, que, após alguns minutos, migra para região abdominal e membro inferior esquerdo. No momento, está em regular estado geral, orientado, com fácies de dor. P: 120 bpm; pressão arterial no membro superior direito: 220 × 110 mmHg. Não tem pulso femoral à esquerda, tendo sinais de isquemia aguda na perna do mesmo lado. Sobre dissecções agudas de aorta, é INCORRETO:
Uma paciente de 48 anos, praticante de jiu-jitsu, comparece à consulta em caráter de emergência, queixando-se de quadro de vertigem. Segundo informa, suas crises têm ocorrido de forma intermitente nos últimos meses, sempre associadas a movimentos bruscos enquanto ela se encontra deitada na cama. A realização da manobra de Dix-Hallpike evoca a instalação de nistagmo horizontal com componente rápido para a direita, além de náuseas. A paciente não apresenta qualquer comprometimento auditivo. A melhor conduta para a paciente é:
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