Questões na prática

Pediatria

Pediatria Geral

Criança, 11 anos de idade, foi trazida pela mãe para avaliação do peso, pois acha que seu filho está gordo. Não pratica atividades físicas regularmente, come muito carboidrato, bebe refrigerante diariamente e não gosta de verduras, legumes e frutas. Na avaliação antropométrica nota-se: peso = 43,5 kg, estatura = 1,40 m, IMC = 22,2 kg/m² (entre o percentil 90 e 95 da curva masculina para IMC - NCHS / CDC 2000). O estado nutricional do menino é:

A
eutrofia.
B
sobrepeso.
C
obesidade.
D
obesidade mórbida.
Mulher, 38 anos, com retocolite ulcerativa inespecífica há 5 anos, refere piora súbita, caracterizada por febre, diarreia intensa, distensão e timpanismo abdominal. Com a suspeita de megacólon tóxico, o 1º exame a ser solicitado é:
Tereza, 19 anos, primigesta, inicia pré-natal na 25ª semana de gestação. Faz exames: grupo sanguíneo O Rh negativo, Du negativo, Coombs indireto: 1:16. Relata febre, astenia e discreto exantema generalizado em torno da 10ª semana de gestação, que involuíram espontaneamente. Não procurou atendimento médico à época. Newton, filho de Tereza, nasceu com Apgar 6 e 7 no primeiro e no quinto minuto de vida. Peso 1900 g (percentil <3), comprimento 43 cm (percentil <3), perímetro cefálico 32 cm (percentil 10), idade gestacional pós-natal 34 semanas, grupo sanguíneo A, Rh positivo, Coombs direto positivo. É admitido na Unidade Neonatal com boa vitalidade e respiração espontânea. É importante incluir, nas primeiras 24 horas de internação, o controle de:
Anália, 58 anos, internada com febre, náusea e dor abdominal de forte intensidade em hipocôndrio direito com irradiação para o dorso há 36 horas, com piora nas últimas 12. Exame físico: FC 92 bpm, FR 23 irpm, Tax 39°C, dor abdominal intensa à palpação do hipocôndrio direito. Exames laboratoriais: leucograma: 19.000/mm³ (eosinófilos 0%, bastões 10%, segmentados 78%), bilirrubina total 1,2mg/dl, direta 0,7mg/gl, indireta 0,5 mg/dl; EAS normal. A conduta diante desta complicação é:
Ao decidir pela introdução de um programa de atenção ao hipertenso, em uma unidade primária de saúde, é fundamental garantir o acesso imediato dos pacientes aos exames:
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