Questões na prática

Pediatria

Pediatria Geral

Criança, 4 anos de idade, é internada com quadro de náusea, vômito e dor abdominal. Apresenta-se torporosa, emagrecida, febril, TAX: 38º, com sinais de desidratação, apesar da diurese abundante, enchimento capilar: 6 seg, F.R.: 40 irpm, PA: 80x40 mmHg, F.C.: 120/bpm. Os exames laboratoriais iniciais revelaram glicemia: 500 mg/dl, K: 4,7, Na: 126, PCO2: 16 mmHg, PO2: 75 mmHg, SatO3: 95%, gasometria arterial Ph: 7,15, HCO3: 6 mEq/l. São condutas terapêuticas que se enquadram, neste caso, exceto:

A
insulinoterapia: infusão regular de 0,05 U/Kg/h a 0,1U/Kg/h
B
expansão com soro glicofisiológico 1:4
C
expansão rápida com soro fisiológico ou Ringer Lactato
D
reposição de potássio
E
infusão de bicarbonato de sódio, após o uso da insulina
Recém-nascido a termo, idade gestacional 38 ½ semanas, nascido de parto natural com peso = 3460g, Apgar 8/9, evoluiu com máculas eritematosas em todo tegumento e pústulas em face, tronco e abdome. O diagnóstico MAIS PROVÁVEL é:
Fernando, 3 anos, branco, compareceu a seu médico de família levado pela mãe com exames complementares já realizados. Fernando estava em bom estado geral, eutrófico e a única alteração apresentada no exame físico foi palidez palmar leve. Os exames apresentavam os seguintes resultados: Hb:10,3 g/dL, VCM: 70, CHCM: 28, ferritina sérica diminuída, saturação de transferrina diminuída, ferro sérico diminuída. Qual o diagnóstico mais provável para Fernando?
Em qual dos seguintes locais NÃO deve ser utilizada infiltração de anestésico local com vasoconstritor para a sutura de um ferimento cortocontuso?
Um menino de 8 anos de idade é atendido no ambulatório. Tem história de asma, tratada somente nas crises, com boa resposta. Há três dias apresenta tosse cheia, congestão nasal, febre baixa e desconforto respiratório. Seus pais estavam usando um descongestionante nasal de uso oral, e um xarope fitoterápico para a tosse. Ao exame, o menino apresenta-se bem, com taquipneia (frequência respiratória de 40 ipm), tiragem costal leve e sibilos expiratórios à ausculta. Não há estertores. A taxa de fluxo de pico expiratório (peak-flow-metria) é de 60%. A conduta imediata mais adequada é:
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