Questões na prática

Clínica Médica

Pediatria

Hematologia

Pediatria Geral

Criança, 4 meses de idade, sexo masculino, cor parda, em consulta de rotina apresentava-se pálida, sem outras alterações. Antecedentes pessoais: parto normal, 36 semanas, peso ao nascimento 2,7 kg, estatura 46 cm. Amamentou no seio materno exclusivo até 2 meses. Peso e estatura percentil 25 para a idade. Solicitando hemograma que evidenciou: Hb = 8,2 g/dl, VCM = 68, HCM = 25, RDW = 23, GB = 9.600/mm³ (segm = 40%, linf = 58%, monócitos = 2%), plaquetas 480.000/mm3. Reticulócitos 1%. Bilirrubina total: 0,9 mg/dl. Saturação de transferrina: 8%. A conduta é:

A
solicitar eletroforese de hemoglobina para melhor definição do quadro.
B
instituir ácido fólico (5 mg em dias alternados).
C
orientação dietética e suplementação de ferro elementar
D
solicitar mielograma, pois há o comprometimento de 2 linhagens sanguíneas (anemia e plaquetose).
Criança de cinco meses, sexo masculino, é levada para consulta de puericultura de rotina, com mãe muito preocupada com o desenvolvimento de seu filho que não está com sustento cervical completo e que o filho da vizinha de quatro meses já está todo “durinho”. O pediatra então colhe a história da criança que mostra uma gestação com seis consultas, sorologias da gestante normais e que, com 24 semanas de gestação, a gestação tornou-se de alto risco devido à hipertensão arterial da gestante e que, com 28 semanas, foi necessária a realização de cesariana devido ao descontrole da hipertensão arterial. No relatório da maternidade, mostrou que o RN ficou em ventilação mecânica por quatro dias, recebeu surfactante, teve sepse presumida tratada por 10 dias, avaliação de retina normal e ultrassom transfontanelar normal. No exame do pediatra da puericultura, foi notado um PC: 38 cm, sustento cervical incompleto, sorriso social, tônus adequado, reflexos primitivos todos presentes e criança acompanhava com olhar estímulo de luz nas quatro direções. Frente ao não sustento cervical nessa criança de cinco meses, qual a melhor conduta?
Paciente adulto jovem com lacrimejamento bilateral tipo aquoso, sensação de corpo estranho nos olhos. Relata casos semelhantes em seu ambiente de trabalho. Qual o mais provável diagnóstico e sua etiologia?
Quais os fatores que são utilizados para classificar uma fratura exposta segundo a classificação de Gustillo Anderson?
Em um paciente portador de paralisia cerebral tetraparética e escoliose de alto valor angular, se faz importante seu tratamento cirúrgico para:
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