Questões na prática

Pediatria

Doenças Respiratórias

Criança com 2 anos e cinco meses chega ao Pronto-Socorro de Pediatria. Mãe relata que há 15 dias iniciou com tosse e coriza hialina. Há 3 dias iniciou com febre e piora da tosse, que se intensificava à noite. Refere também obstrução nasal e crostas em narinas pela manhã. Ao exame a criança mantinha-se em bom estado geral, eupneica com ausculta pulmonar normal. Oroscopia mostrava discreta hiperemia de orofaringe e gotejamento retronasal de secreção amarelada. Mãe negava passado de asma. Peso: 13kg. Qual a conduta mais adequada?

A
Orientar a mãe de que se trata de um resfriado comum. Prescrever antitérmicos e soro fisiológico em narinas.
B
Solicitar radiografia de seios paranasais visto que o quadro é sugestivo de sinusite bacteriana.
C
Iniciar com prednisolona oral e nebulização com soro fisiológico e broncodilatadores, visto que a tosse persistente é sugestiva de hiperreatividade brônquica.
D
Iniciar tratamento antibiótico com amoxicilina oral e instilação de soro fisiológico em narinas.
Marta tem 25 anos, é estudante de direito, vem apresentando há, mais ou menos, dois meses dispneia e medo de morrer, sensação que dura em média 15 minutos, diariamente. Às vezes, pensa que vai enlouquecer. Refere que em alguns locais tem mais medo do que em outros. O diagnóstico mais provável para Marta é:
Criança de 7 dias de vida, nascida em domicílio com auxílio de parteira, é trazida ao hospital com tumefação em região inguinal direita. O exame clínico mostra uma hérnia inguinal direita facilmente redutível, sem sinais flogísticos e sem criptoquirdia concomitante. Pode-se afirmar:
Paciente politraumatizado apresenta na avaliação primária taquicardia, sem hipotensão. Podemos afirmar que:
Paciente dá entrada na UTI com quadro de dor abdominal intensa, irradiada para o dorso e síncope. Paciente apresenta-se hipertenso, taquicardico e pálido. À palpação abdominal há massa pulsátil evidente. Frente aos sinais clínicos podemos afirmar:
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