Questões na prática

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Cardiopediatria

Criança de 2 anos de idade, previamente hígida, chega à emergência sem resposta à dor. Mãe relata prostração súbita, acompanhada de sudorese. A criança foi vigiada nas 3 horas precedentes e não ingeriu nenhuma substância potencialmente tóxica. Ao exame físico, apresenta pulsos periféricos ausentes, pulso carotídeo fraco, mas com 310 bpm, tempo de enchimento capilar de 6 segundos, com frequência respiratória de 56 mpm. No monitor, apresenta complexos QRS menores que 0,08 segundos e ausência de onda P. Após manobras iniciais de suporte de via aérea e ventilação, qual a melhor conduta?

A
Acesso venoso - soro fisiológico a 20 ml/Kg.
B
Acesso venoso - sedação - cardioversão sincronizada com 0,5 J/Kg.
C
Cardioversão sincronizada imediata com 0,5 J/Kg.
D
Manobras vagais - acesso venoso - atropina EV.
E
Manobras vagais - acesso venoso - soro fisiológico a 20 ml/Kg.
NÃO É considerado fator de risco para o desenvolvimento de aneurisma de aorta abdominal:
Em relação a conduta diante de corpos estranhos em conduto auditivo externo:
Um homem de 70 anos de idade, com antecedente de fibrilação atrial crônica, chega para avaliação com quadro de isquemia aguda grave de membro inferior esquerdo. Foi submetido a embolectomia arterial com sucesso, sendo restabelecidos os pulsos distais. Cerca de uma hora após o término da cirurgia, começou a apresentar edema tenso na perna, dor na panturrilha, parestesia e dificuldade para fazer a dorsiflexão ativa do pé. Melhor conduta:
Mãe traz filho de 10 meses de vida para exame de rotina na Unidade de Saúde da Família. Diz que não realizou o pré-natal e que o parto normal ocorreu na 35a semana de gestação. A imagem abaixo (VER IMAGEM) foi obtida do fundo de olho direito da criança, e sugere:
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