Questões na prática

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Cirurgia

Cardiologia

Cardiopediatria

Criança de 2 anos de idade, previamente hígida, chega à emergência sem resposta à dor. Mãe relata prostração súbita, acompanhada de sudorese. A criança foi vigiada nas 3 horas precedentes e não ingeriu nenhuma substância potencialmente tóxica. Ao exame físico, apresenta pulsos periféricos ausentes, pulso carotídeo fraco, mas com 310 bpm, tempo de enchimento capilar de 6 segundos, com frequência respiratória de 56 mpm. No monitor, apresenta complexos QRS menores que 0,08 segundos e ausência de onda P. Após manobras iniciais de suporte de via aérea e ventilação, qual a melhor conduta?

A
Acesso venoso - soro fisiológico a 20 ml/Kg.
B
Acesso venoso - sedação - cardioversão sincronizada com 0,5 J/Kg.
C
Cardioversão sincronizada imediata com 0,5 J/Kg.
D
Manobras vagais - acesso venoso - atropina EV.
E
Manobras vagais - acesso venoso - soro fisiológico a 20 ml/Kg.
Você, médico, está andando na praia e encontra uma criança de, aproximadamente, 5 anos, desacordada na beira do mar. Ela está cianótica, respiração agônica, secreção abundante em boca, sem pulsos. Olha ao redor e percebe que está sozinho. Qual a sua conduta?
No tratamento de crise aguda de asma grave, é correto afirmar:
Nos pacientes politraumatizados, que se apresentam na sala de emergência com hipotensão arterial sistêmica (PAS < 90 mmHg), qual o acesso venoso que deve ser implementado para garantir adequada reposição volêmica?
Para a prevenção de hemorragia digestiva alta, em pacientes graves internados com impossibilidade de alimentação oral ou enteral, considerando custo-benefício, a melhor alternativa é:
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