Questões na prática

Pediatria

Otorrinolaringologia

Criança de 3 anos apresenta febre alta, de início súbito e progressivo, voz abafada, toxemia e dispneia que melhora na posição sentado. O diagnóstico mais provável é:

A
laringite estridulosa.
B
epiglotite.
C
laringotroqueomalácia.
D
traqueobronquite.
Paciente do sexo masculino, 45 anos, vítima de acidente automobilístico, por apresentar hematoma intra-hepático, sem hemoperitônio ou necessidade de procedimento operatório, é acompanhado com tomografia computadorizada. Oito dias após, evolui com icterícia, dor no quadrante superior direito, mal estar e melena. O exame a ser realizado e o provável diagnóstico são, respectivamente:
Menino, oito anos, é trazido à consulta ambulatorial por apresentar tosse diária há mais de dois meses e sensação de aperto no peito, principalmente à noite. Segundo a mãe, esses sintomas têm interferido no seu sono, pois ele acorda toda noite devido à tosse. Relata alívio temporário com o uso de beta-2 inalatório. História prévia de asma, porém, sem sintomas há um ano. Quanto à classificação da gravidade do quadro respiratório desse escolar, pode-se afirmar que se trata de asma:
O esquema terapêutico proposto para os RNs com infecção congênita pelo toxoplasma e com coriorretinite em atividade é:
Lactente, dois meses, chega ao Serviço de Emergência por apresentar tosse há duas semanas. A mãe nega febre. Pré-natal regular, sem intercorrências. Parto normal, alta em 48 horas, PN = 3.200 g. Aleitamento materno exclusivo. Ela relata que o RN aos 15 dias apresentou conjuntivite, com secreção purulenta. O exame físico revela criança em bom estado geral, afebril, taquipneico (FR = 60), acianótico. Estertores e sibilos à ausculta pulmonar. Radiografia de tórax evidencia hiperinsuflação e infiltrados intersticiais difusos. O agente etiológico mais provável é:
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