Questões na prática

Clínica Médica

Pediatria

Neurologia

Neuropediatria

Criança de quatro anos chega à emergência com crise convulsiva tonicoclônica generalizada. O evento convulsivo durou aproximadamente 2 minutos. Em sua ficha de atendimento estão descritos: FC = 110 bpm, Fr = 26 ipm, Tax = 39,2ºC e exame neurológico sem sinais de localização. A conduta correta frente ao caso é:

A
Investigar e tratar a causa da febre. Caso mantenha exame neurológico normal após curto período de observação, liberar o paciente com diagnóstico de convulsão febril
B
Investigar e tratar a causa da febre. Solicitar eletroencefalograma e avaliar o início de fenobarbital para descartar epilepsia
C
Investigar e tratar a causa da febre. Realizar tomografia computadorizada de crânio e se for normal, realizar punção lombar.
D
Investigar e tratar a causa da febre. Realizar tomografia computadorizada de crânio e eletroencefalograma.
E
Caso mantenha exame neurológico normal após curto período de observação, liberar o paciente com diagnóstico de convulsão febril
Paciente masculino 35 anos de idade, vítima de atropelamento.Trazido pelo resgate, deu entrada no serviço de emergência. Encontrava-se agitado, com frequência respiratória de 32 mrp, frequência cardíaca 128 bpm e PA 90/60. Apresentava lacerações múltiplas em hemiface D, couro cabeludo, fratura perna esquerda e escoriações em hemitorax D e abdômen. Após avaliação inicial, e reanimação ABCs, realizou-se FAST (ultrassom na sala de emergência) com resultado positivo. O paciente permaneceu com quadro de instabilidade, ao que o cirurgião indicou laparotomia exploradora. Durante o ato operatório no inventário da cavidade abdominal encontrou-se: laceração hepática (grau III); contusão pancreática (grau I); e lesão intestino delgado (grau II). Todas as lesões foram tratadas adequadamente. Após a intervenção, o paciente foi encaminhado para a unidade de terapia intensiva. Na avaliação do intesivista: registram-se PAM (pressão arterial média) 82; PIA (pressão intra-abdominal) 20; GASOMETRIA (BE -11, PCO2 38, PO2 95, HCO3 21); LACTATO SERICO 3 e Creatinina 1.6. Considerando esse quadro qual é a melhor conduta em relação ao atendimento do paciente?
Laura, 17 anos, com uma erupção malar tipo “asa de borboleta”, anemia com reticulocitose, artrite não erosiva e pleurite procurou sua pediatra, a qual solicitou um autoanticorpo, cujo resultado evidenciou altos títulos. A médica associou esse achado ao estágio de doença em atividade e à nefrite. Provavelmente, tratava-se de um quadro de
Adolescente é adequadamente vacinado para hepatite B. O perfil sorológico anti-HBs, anti-HBc e anti-Hbe esperado é, respectivamente:
Sobre a nefrolitíase, julgue as alternativas a seguir: I - O cálculo de oxalato de cálcio é o tipo mais comum de cálculo renal, isolado ou associado a fosfato. II - O cálculo de ácido úrico está associado a pouca ingesta de água e a pH urinário básico. III - O cálculo composto de estruvita (fosfato amoníaco magnesiano) está relacionado à infecção urinária por germes produtores de urease, principalmente <i>Proteus mirabilis</i> e <i>Klebsiella</i>.
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