Questões na prática

Clínica Médica

Hematologia

Criança de quatro anos de idade, parda, acompanha regularmente em posto de saúde do seu bairro. Apresenta déficit pondero-estatural (abaixo do percentil 25) com vários tratamentos adequados para anemia, com sulfato ferroso, há dois anos. Dá entrada no Pronto Atendimento com dor intensa em MMII e edema de dorso de pés, pálida e prostrada. FC=123 bpm, PA=70/40 mmHg. O diagnóstico provável em relação ao caso é:

A
Osteomielite hematogênica aguda
B
Celulite estafilocócica
C
Anemia Falciforme
D
Esferocitose familiar congênita
E
Leucemia Aguda
A síndrome caracterizada pela hemissecção medular, levando à perda da sensibilidade dolorosa e térmica contralateral e da função motora ipsilateral:
Em relação à eficácia dos medicamentos antidepressivos, pode-se dizer que os:
Recém-nascido a termo, pequeno para idade gestacional, baixo peso, nasceu de parto cesárea, com apgar 5 e 8, peso de 1600 g, HTº 65%, PCR negativo. Evoluiu com desconforto respiratório leve, porém persistente, com crises de cianose, hipoglicemia persistente e icterícia precoce, além de irregularidade na absorção das dietas. A hipótese diagnóstica para esse recém-nascido é:
Paciente do sexo masculino, 38 anos, pedreiro, casado, natural e procedente de Natal, é admitido em pronto-socorro queixando-se de dor abdominal difusa e febre alta, que se seguiu a sonolência. O acompanhante revela que o quadro se instalou nas últimas 48 horas e que o paciente é portador de cirrose hepática de etiologia alcoólica. Ao examiná-lo, o médico evidencia sonolência, miose, taquisfigmia, temperatura de 38 graus centígrados, torpor. Não há sinais de irritação meningo-radicular. A ausculta cardiopulmonar não acrescenta novos dados. O exame abdominal revela ascite tensa. A intervenção terapêutica correta para esse caso é:
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