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Criança de seis anos e cinco meses de idade convive com o pai, que após um quadro de febre vespertina por três semanas e tosse produtiva, foi diagnosticado como tuberculose pulmonar. A bacterioscopia do escarro foi positiva, o PPD foi de 17 mm, e o RX de tórax apresentava condensação com área de hipertransparência em terço superior direito, sugerindo imagem de caverna. A criança se apresentava em bom estado geral. O RX de tórax revelava condensação em terço médio direito sem área sugestiva de caverna. O resultado do PPD foi de 16 mm e a bacterioscopia do escarro foi negativa. O menor também recebeu diagnóstico de tuberculose pulmonar. As prováveis justificativas para as diferenças clínicas, radiológicas e laboratoriais entre a tuberculose pulmonar do pai e a de seu filho são, que na infância ocorre, em geral:

A
a primoinfecção; a forma pulmonar é paucibacilar e ocorre após uma pneumonia comunitária.
B
o complexo primário, que não é uma forma bacilífera, e ocorre após uma pneumonia comunitária.
C
a primoinfecção; a forma pulmonar é paucibacilar e pode mimetizar a uma pneumonia comunitária.
D
o complexo primário, que não é uma forma bacilífera, e pode mimetizar uma pneumonia comunitária.
Gisele, 29 anos, apresenta-se em trabalho de parto após gestação de 39 semanas. Foi diagnosticada durante o 2º trimestre da gestação como tendo diabetes gestacional e tratada com dieta. O exame ultrassonográfico mostrou um feto com peso de 4000g e não se identificou nenhuma anomalia congênita. Após um parto prolongado, caracterizado pela falta de descida da cabeça foi diagnosticado desproporção cefalopélvica e feita a intervenção cirúrgica (cesariana). Nasceu um neonato pletórico, com peso de 4000g. Constatou-se que o neonato exibia esforços respiratórios irregulares e uma freqüência cardíaca de 100 bpm logo após o nascimento. O índice de Apgar no 1º minuto foi de 5; o pH do cordão umbilical foi de 7,10. Este neonato está em risco dos eventos abaixo, exceto:
Durante uma conversa informal, uma jovem deixa escapar que tem episódios frequentes de palpitação. Mas como curioso, você ausculta o precórdio da moça e se surpreende com um sopro telessistólico. Entre as hipóteses diagnósticas, você pensa inicialmente em:
Para um paciente de 55 anos de idade com diagnóstico tomográfico de um cisto de 4,0 cm no maior diâmetro, classificação de Bosniak III, parcialmente exofítico no polo inferior do rim esquerdo, a conduta mais adequeada é:
Mulher, 34 anos, em uso de ACO, apresenta dor em HD há cerca de 3 meses. Ecografia e TC de abdome demonstram lesão de 9 cm de diâmetro, subcapsular, no segmento 6, compatível com adenoma hepático. Em relação a este caso, são apresentadas as seguintes assertivas. I. As enzimas hepáticas devem estar elevadas nesta situação clínica. II. Existe possibilidade de transformação maligna e de sangramento espontâneo desta lesão. III. Em caso de ressecção completa da lesão, o uso de ACO pode ser retomado 90 dias após a cirurgia. Qual é a alternativa correta?
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