Questões na prática

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Criança, sexo masculino, sete anos, história de amigdalite purulenta, tratada com penicilina benzatina três dias após o início dos sintomas. Após 7 dias de tratamento, notou-se urina escura, diminuição do volume urinário, edema e cefaleia. Na avaliação clínica, confirma-se presença de edema e a pressão arterial observada é de 130 x 90 mmHg, sem sinais de encefalopatia hipertensiva. Exames laboratoriais confirmam o diagnóstico de glomerulonefrite aguda pós-estrepcócica. Para o controle da hipertensão arterial, inicialmente você tomaria as seguintes condutas, exceto:

A
Restrição hídrica.
B
Restrição de sódio.
C
Diurético de alça.
D
Nifedipina sublingual.
Em ambulatórios pediátricos de países desenvolvidos, qual a deficiência de crescimento mais comumente encontrada:
O uso de desfibrilador externo automático, DEA, tem sido preconizado como elemento fundamental dos cuidados referentes ao suporte básico de vida, na parada cardiorrespiratória, PCR. Esse uso encontra respaldo na seguinte assertiva:
Paciente, sexo masculino, 76 anos de idade, com relato de dor abdominal difusa, tipo cólica e de forte intensidade, há três dias, associada à parda da eliminação de fezes e flatos, no mesmo período. Não apresentou vômitos e nega cirurgias prévias sobre o abdome. Ao exame físico, mostrava-se diaforético, com pulso de 116 bpm, fino, frequência respiratória de 26 ipm e tensão arterial: 76 x 37 mmHg. Abdome muito distendido, com RHA deprimidos e dor à palpação difusamente. Radiografia de abdome em ortostase mostra interrupção do trânsito intestinal em dois pontos distintos. Se optado por monitorização hemodinâmica invasiva com cateter de Swan-Ganz, os achados que mais provavelmente se evidenciariam no caso em questão, são índice cardíaco:
São considerados critérios para TRALI (“Transfusion-Related Acute Lung Injury”):
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