Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Obstetrícia

Cynara, 30 anos, gesta II para I, hipertensa e diabética tipo I. Está na 8ª semana de gestação e apresenta sangramento de pequena quantidade e cólicas discretas há 3 dias, que cessaram hoje cedo pela manhã. A ultrassonografia realizada há 2 semanas evidenciou gestação tópica com embrião de 6 semanas e batimentos cardíacos presentes. Ao exame especular apresenta sangramento vaginal muito discreto e, ao toque, útero aumentado de tamanho (+/- 10 cm) e colo fechado. O provável diagnóstico clínico é:

A
abortamento completo.
B
abortamento inevitável.
C
abortamento incompleto.
D
ameaça de abortamento.
O que faz proliferar o endométrio no ciclo menstrual?
Ludmila tem 33 anos, é negra e se encontra na sua 3ª gravidez. Procurou atendimento, na 36ª semana de gestação, com dispneia progressiva aos esforços, tosse seca, ortopneia e dispneia paroxística noturna. O exame físico demonstrou ictus desviado à esquerda, com 2 polpas digitais, B4 audível no foco mitral, estertores bolhosos e edema com cacifo nos membros inferiores. A radiografia de tórax evidenciou cardiomegalia com congestão hilar. Foi aventada a hipótese de miocardiopatia periparto. Das opções de tratamento abaixo, aquela que se demonstra útil no aumento da sobrevida de Ludmila, sem oferecer riscos para a sua gravidez, é:
Drª Rebeca recebe no seu ambulatório de pré-natal de alto risco a paciente Rosa, de 33 anos, portadora de lúpus eritematoso sistêmico, com idade gestacional de 20 semanas, Gesta IV/0, III abortos espontâneos. Ela trouxe resultados de exames que revelaram a presença de anticorpos antiSSA/RO e antiSSB/LA. O feto de Rosa poderá apresentar as alterações de:
Érika tem 23 anos, mora com seus pais e está cursando a universidade no curso de educação física. De alguns meses para cá vem sendo investigada por causa de crises de hipertensão arterial, cefaleia e palpitações que surgem principalmente após exercícios físicos intensos. Após exames laboratoriais e de imagem, foi confirmado diagnóstico de feocromocitoma. Para chegar ao diagnóstico da doença de Érika você não deve solicitar o exame de:
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