Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Obstetrícia

Cynara, 30 anos, gesta II para I, hipertensa e diabética tipo I. Está na 8ª semana de gestação e apresenta sangramento de pequena quantidade e cólicas discretas há 3 dias, que cessaram hoje cedo pela manhã. A ultrassonografia realizada há 2 semanas evidenciou gestação tópica com embrião de 6 semanas e batimentos cardíacos presentes. Ao exame especular apresenta sangramento vaginal muito discreto e, ao toque, útero aumentado de tamanho (+/- 10 cm) e colo fechado. O provável diagnóstico clínico é:

A
abortamento completo.
B
abortamento inevitável.
C
abortamento incompleto.
D
ameaça de abortamento.
Um homem de 75 anos de idade foi atendido no posto de saúde com história de dor abdominal tipo cólica de leve a moderada intensidade há cerca de um mês. Referiu que apresentava hematoquezia há cerca de três meses e que, há duas semanas, notou tumor na fossa ilíaca esquerda de +/- 10 cm de diâmetro. Negou febre e referiu astenia e perda de cerca de 10% de seu peso habitual nos últimos dois meses. Negou antecedentes familiares de neoplasias, diabetes e doenças cardiológicas. Considerando esse caso e a hipótese diagnóstica de câncer no cólon, assinale a alternativa CORRETA:
Paciente com cardiopatia dilatada referiu dor súbita em membro inferior direito há 3 horas da internação. Negava antecedente de claudicação. Ao exame, constatou-se ausência de pulsos em membro inferior direito e pulsos normais nos demais membros. Qual é a hipótese diagnóstica mais provável e a melhor conduta?
As cardiopatias congênitas têm um largo espectro de gravidade. Em relação a sua frequência, a MAIS COMUM é:
São características da tetralogia de Fallot, EXCETO:
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