Questões na prática

Cirurgia

Cirurgia Geral

De acordo com a classificação do risco cirúrgico da Sociedade Americana de Anestesiologistas (ASA), paciente com doença sistêmica grave que limita atividades, mas não o deixa incapacitado é classificado como ASA:

A
I
B
II
C
III
D
IV
E
V
Paciente, 65 anos, negra, GIV e PIV, menopausa aos 49 anos. Iniciou Terapia de Reposição Hormonal (TRH) por sintomatologia, com Estrogênios + Progesterona (E + P). Após 3 meses apresentou sangramento. A ultrassonografia transvaginal mostrou endométrio de 11 mm. Qual a conduta a seguir?
Paciente de 54 anos realizou mamografia que evidenciou imagem nodular espiculada densa, que na USG é irregular, hipoecogênica, com diâmetro AP > T, com sombra. Fez core biopsia, cujo resultado foi “Alterações fibrocísticas da mama”. O radiologista colocou no laudo com “imagem altamente suspeita”. Qual o próximo passo propedêutico?
Paciente masculino, 45 anos, procurou serviço de emergência com dor precordial opressiva de forte intensidade iniciada há cerca de 30 minutos. Realizou eletrocardiograma (ECG) que evidenciou supradesnivelamento do segmento ST DE 2 mm de V1 a V4, o que fez com o plantonista optasse pelo tratamento fibrinolítico. Em relação ao benefício deste tratamento é correto afirmar que:
Um paciente de 40 anos, com angina instável e classificado como de baixo risco para eventos, recebe alta hospitalar no 5º dia de internação. Sua prescrição não deve incluir a associação de:
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