Questões na prática

Pediatria

Pediatria Geral

Doenças Respiratórias

De acordo com o calendário de vacinação da criança de 2008, preconizado pela Sociedade Brasileira de Pediatria, é correto afirmar que:

A
A vacina contra tuberculose (BCG) deve ser aplicada ao nascimento e, posteriormente, entre seis e 10 anos de idade.
B
A vacina conjugada contra o Meningococos C, deve ser aplicada no primeiro ano de vida
C
Quando possível deve-se utilizar a vacina tríplice bacteriana de células inteiras, já que esta vacina é menos reatogênica que a vacina triplica bacteriana acelular.
D
A vacina contra varicela deve ser aplicada aos nove meses de idade e não existe indicação para uma segunda dose desta vacina.
E
Após os dois anos de idade, todas as crianças devem receber vacina contra a Influenza, anualmente.
Recém-nascido a termo, pesando 2100g, com APGAR 4 no primeiro minuto e 6 no quinto minuto, apresentou policitemia com sintomas de hiperviscosidade no segundo dia de vida. Foi realizada exsanguineotransfusão parcial sem intercorrências. Após o procedimento, ficou 48 horas sem evacuar, apresentando hipoatividade e distensão abdominal com alças de delgado desenhadas em relevo sob a parede abdominal. Após suspender a amamentação, indica-se nutrição:
Pré-escolar de 4 anos, apresenta tosse crônica produtiva com expectoração purulenta desde os 3 anos, que se iniciou após episódio de crise de tosse intensa e súbita com duração de uma semana. Na semiologia pulmonar auscultam-se estertores na base pulmonar do hemitórax direito, e a radiografia do tórax evidencia imagens de dilatação brônquica localizadas no lobo inferior direito. A hipótese principal é:
Paciente de 1 mês de idade, sexo masculino, dá entrada no pronto socorro com quadro de desidratação grave. Segundo a mãe, a criança estava apresentando vômitos e fezes amolecidas há 2 dias, 5 a 6 evacuações diárias. Não apresentou febre. Refere também dificuldade em ganhar peso desde o nascimento. Ao exame físico a criança encontra-se em mau estado geral, desidratado grau 3, aspecto emagrecido, bolsa escrotal hiperpigmentada. Restante do exame físico sem particularidades. Os exames laboratoriais de entrada mostraram K = 6,0 mEq/L, Na=122 mEq/L, Uréia=25 mg/dl, Creatinina=0,5 mg/dl, Hb=13 mg/dl, VCM 82, Ht= 39%, 8.500 leucócitos (55% neutrófilos, 40 linfócitos, 3 % bastões, 2% monócitos). Qual o diagnóstico mais provável deste paciente?
Sobre o atendimento inicial ao paciente politraumatizado, é correto afirmar : I. O colar cervical não pode ser retirado em hipótese alguma enquanto não se houver descartado em definitivo a possibilidade de lesão de coluna cervical, devendo-se inclusive intubar o paciente sem removê-lo. II. Contra-indicação absoluta à intubação naso-traqueal é a apnéia (ausência de ventilação espontânea). III. As radiografias panorâmica de bacia, de coluna cervical (em 2 incidências pelo menos) e de tórax em AP devem ser obrigatoriamente realizadas em todo paciente politraumatizado, mesmo naqueles sem queixas. IV. O paciente politraumatizado vítima de traumatismo crânio-encefálico pode ser sedado para ser intubado, podendo-se utilizar midazolan, fentanil e até mesmo bloqueadores neuro-musculares como a succinilcolina. V. Paciente politraumatizado, após queda de andaime de 6 metros de altura, dá entrada no serviço de emergência com dor abdominal em flanco esquerdo, frequência cardíaca de 115 bpm, pressão arterial de 110 x 80 mmHg, ansioso e com frequência respiratória de 25 irpm. Encontra-se portanto em choque, sendo de causa hemorrágica até prova em contrário. VI. Hemoderivados devem ser prescritos em pacientes em choque hemorrágico sempre que houver uma resposta transitória após infusão de 2 + 2 litros de cristalóides rapidamente, ou quando não houver nenhuma resposta após infusão de 2 litros de cristalóides, sendo o sangue tipo O indicado naqueles pacientes com hemorragia grave, na ausência de sangue tipo específico ou no uso emergencial. Apenas em meninas e mulheres em idade fértil deve-se preocupar em administrar o tipo O - .
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