Questões na prática

Clínica Médica

Cardiologia

Dona Glória, 62 anos, viúva, prendas do lar procurou seu médico com queixa de dispneia para caminhar no plano, edema de mmii, “falta de ar que piora à noite, melhorando quando ela se levanta e vai para janela tomar ar”. Ao exame o médico verificou pressão arterial de 140/90 mmHg, frequência cardíaca = 105 bpm. Trouxe um RX de tórax realizado em serviço de urgência que revelava índice cardio-toráxico = 0,6 e edema pulmonar interticial. Segundo os critérios de Boston para o diagnóstico da insuficiência cardíaca, qual a classificação para Dona Glória?

A
Diagnóstico definido.
B
Diagnóstico possível.
C
Diagnóstico provável.
D
Os dados fornecidos pelo caso acima não permitem fazer a classificação diagnóstica segundo os critérios de Boston.
Uma mulher de 40 anos de idade é avaliada por hipocalemia, expansão do volume do espaço extracelular, hipertensão arterial sistêmica e alcalose metabólica. O diagnóstico mais provável é:
Uma paciente de 25 anos vem à consulta médica com queixa de nefrolitíase de repetição. O exame físico é normal. O peso corporal é de 60 kg. São requisitados os seguintes exames complementares: raios X de abdome – concreções radiopacas em topografia renal bilateralmente + áreas de nefrocalcinose; citrato urinário – 60 mg/dia (valor de referência: maior que 320 mg/dia); cálcio sérico – 10 mg/dl; cálcio urinário – 480 mg/dia; pH sangue – 7,28; pH urinário – 6,5; potássio sérico – 2,8 mEq/L; raios X mãos – sinais de osteomalácia. O diagnóstico clínico é de:
Em um paciente com manifestações compatíveis com acidente vascular encefálico isquêmico (sinais focais), NÃO deve ser excluído o seguinte diagnóstico:
Qual o exame mais adequado na investigação diagnóstica de uma jovem usuária de anticoncepcional com critérios de Wells de baixa a moderada probabilidade clínica, D-dímero positivo e radiografia de tórax alterada?
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