Questões na prática

Clínica Médica

Gastroenterologia

Neurologia

Dorival, 68 anos, em pré-operatório de carcinoma bem diferenciado localizado no colo esquerdo. História de colonoscopia há dez anos, com remoção de pólipo de 1 cm de diâmetro. Seu irmão mais velho foi operado de câncer no colo aos 80 anos. Tem história prévia de trombose venosa profunda femoropoplítea direita há 10 anos após fratura de ossos de perna e imobilização com aparelho gessado. O ecodoppler venoso recente mostra total recanalização do sistema venoso profundo direito, com discreto refluxo na veia femoral superficial. De acordo com as características do câncer colônico de Dorival pode-se afirmar que:

A
existem critérios para se considerar câncer colorretal hereditário não polipoide (síndrome de Lynch)
B
o diagnóstico histológico provável da lesão ressecada no passado é pólipo hiperplásico
C
o quadro é sugestivo de polipose adenomatosa familiar
D
poderá ser encontrado tecido adenomatoso residual junto ao tumor do cólon, confirmando a sequência adenoma-carcinoma.
Paciente, sexo masculino, 76 anos de idade, com relato de dor abdominal difusa, tipo cólica e de forte intensidade, há três dias, associada à parda da eliminação de fezes e flatos, no mesmo período. Não apresentou vômitos e nega cirurgias prévias sobre o abdome. Ao exame físico, mostrava-se diaforético, com pulso de 116 bpm, fino, frequência respiratória de 26 ipm e tensão arterial: 76 x 37 mmHg. Abdome muito distendido, com RHA deprimidos e dor à palpação difusamente. Radiografia de abdome em ortostase mostra interrupção do trânsito intestinal em dois pontos distintos. No setor de emergência, após introdução de acesso venoso central com a ponta na junção átrio-caval direita, a gasometria do sangue obtida por esse cateter demonstrou saturação de oxigênio da hemoglobina de 61%. O passo inicial na ressuscitação hemodinâmica guiada por metas é:
Paciente, sexo masculino, 76 anos de idade, com relato de dor abdominal difusa, tipo cólica e de forte intensidade, há três dias, associada à parda da eliminação de fezes e flatos, no mesmo período. Não apresentou vômitos e nega cirurgias prévias sobre o abdome. Ao exame físico, mostrava-se diaforético, com pulso de 116 bpm, fino, frequência respiratória de 26 ipm e tensão arterial: 76 x 37 mmHg. Abdome muito distendido, com RHA deprimidos e dor à palpação difusamente. Radiografia de abdome em ortostase mostra interrupção do trânsito intestinal em dois pontos distintos. Se optado por monitorização hemodinâmica invasiva com cateter de Swan-Ganz, os achados que mais provavelmente se evidenciariam no caso em questão, são índice cardíaco:
Paciente, sexo feminino, 18 anos de idade, com história de dor epigástrica, que migrou para fossa ilíaca direita há 24 horas, associado à febre, náuseas e vômitos. Rotina laboratorial mostrava leucocitose importante com desvio à esquerda e aumento das proteínas de fase aguda. Ultrassonografia do abdome total e tomografia axial com contraste do abdome foram inconclusivas. Submetida a videolaparoscopia diagnóstica, com achado de apendicite aguda fase I, procedida a videolaparoapendicectomia. A duração da antibioticoterapia recomendada para esse caso é:
Decorridos 10 dias de uma histerectomia total abdominal, a paciente passou a apresentar corrimento vaginal aquoso. A introdução transuretral de azul metileno, observou-se a gaze molhada com líquido incolor apenas 20 minutos depois. A suspeita do diagnóstico é de:
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