Questões na prática

Clínica Médica

Hepatologia

Duas semanas após a realização de uma colecistectomia laparoscópica, uma paciente de 30 anos apresenta-se ictérica. O exame ultrassonográfico do abdome revela leve dilatação das vias biliares intra e extra-hepáticas com imagem ecogênica produzindo sombra acústica localizada no colédoco distal. A melhor conduta nesse caso é:

A
Reoperação por videolaparoscopia
B
Reoperação por laparotomia
C
CPRE com papilotomia endoscópica
D
Biópsia
Um lactente de 6 meses com suspeita de comunicação interventricular é avaliado. Espera-se à ausculta deste bebê um sopro
No tratamento inicial da fratura exposta, a conduta de maior importância é:
Recém-nascido do sexo feminino com idade gestacional de 38 1/2 semanas, peso de nascimento de 2800 gramas, nasceu de parto cesariano devido a polidrâmnio, Apgar 7 e 10, não foi possível passagem da sonda gástrica durante o atendimento na sala de parto. Iniciou com taquipneia e saída oral de secreção salivar “espumosa”. Foi submetida à radiografia simples de abdome, que evidenciou bolsão esofágico dilatado e presença de ar no abdome. Qual o diagnóstico etiológico mais provável?
Uma jovem de 22 anos realiza em seu consultório, pela primeira vez, a citologia oncótica de Papanicolaou. Ela tem vida sexual ativa há 5 anos e relata 3 parceiros sexuais nesse período. O exame ginecológico é normal, entretanto o resultado da citologia revela a presença de lesão intraepitelial escamosa de alto grau, identificada como NIC II, sem a presença de células endocervicais no esfregaço. A conduta mais apropriada para o seguimento dessa paciente é:
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