Questões na prática

Cirurgia

Cirurgia do Trauma

Durante a avaliação inicial de um paciente vítima de trauma penetrante no tórax, a melhor maneira de diferenciar o pneumotórax hipertensivo do tamponamento cardíaco é através de:

A
Radiografia de tórax.
B
Pericardiocentese.
C
Drenagem torácica.
D
TC de tórax.
E
Exame físico.
Paciente, 28 anos, sexo feminino, obesa, é admitida na UPA com quadro de dor abdominal em cólica localizada em hipocôndrio direito há 24 horas. Refere náusea, vômito e febre de 38 graus. Ao exame físico, paciente encontra-se com dor, taquicárdica, hipocorada, levemente ictérica, hidratada, com dor à palpação superficial e profunda do hipocôndrio direito. Durante a palpação profunda do quadrante superior direito do abdome, nota-se que a paciente suspende a inspiração. No exame laboratorial colhido, apresentava leucocitose leve de 14.000 células/mm3 e elevação discreta da bilirrubina 6mg/dL. Qual o diagnóstico clínico mais provável?
Em um paciente cirrótico, o diagnóstico de peritonite bacteriana espontânea é suspeitado quando encontramos:
Paciente de 9 anos vai ao pediatra por apresentar há 4 dias vesículas sobre base eritematosa agrupadas em hemitórax esquerdo, formando arranjo linear (distribuição em dermátomo). Refere dor e prurido discretos. Antecedentes mórbidos pessoais: Varicela com 1 ano, 1 internação por pneumonia com 2 anos e asma. Diante do exposto, o diagnóstico mais provável é:
No que se refere à avaliação diagnóstica de crianças com Refluxo Gastresofágico ou Doença de Refluxo Gastresofágico considere as recomendações abaixo. I - Na maioria dos casos, a história e o exame físico são suficientes para o diagnóstico e o tratamento do Refluxo Gastresofágico. II - O raio X contrastado de esôfago e duodeno tem alta sensibilidade e especificidade para o diagnóstico de refluxo Gastresofágico. III - A monitoração esofágica do pH é um método válido e eficaz para o diagnóstico de refluxo ácido. Quais estão corretas?
Compartilhar