Questões na prática

Clínica Médica

Infectologia

É causa de perfuração gastrintestinal, em pacientes com AIDS, excluindo-se a apendicite aguda.

A
Infecção pelo CMV (citomegalovírus).
B
Sarcoma de Kaposi.
C
Linfoma gastrintestinal.
D
Ileocolites por Mycobacterium avium intracellulare.
E
Todas as doenças acima.
Paciente, cinco anos, foi levado à consulta, pois o clínico que atendeu o menino no Pronto-socorro suspeitou de um sopro cardíaco. Das cardiopatias acianóticas, qual apresentada a seguir é a mais frequente?
Marcus, 1 ano, tem estrabismo. A principal consequência funcional que ele poderá apresentar caso não realize tratamento é:
Homem de 60 anos com queixa de diminuição do jato urinário, esforço para iniciar a micção, sensação de esvaziamento vesical incompleto e nictúria três vezes por noite há cinco anos, evoluindo com piora no último ano. Refere que tais sintomas o incomodam e diminuem sua qualidade de vida. Não apresenta comorbidades, nem faz uso de medicamento. Ao toque retal apresenta próstata de aproximadamente 50 cm3 parenquimatosa, consistência fibroelástica, limites precisos e sem nódulos. Exames complementares: PSA total = 3,6 / PSA livre = 1,2 / Creatinina = 1,0 / Urina 1 = normal / Urocultura = negativa US de Vias Urinárias = rins sem alterações e ausência de dilatação do trato urinário. Bexiga com contornos regulares, sem espessamentos da parede. Próstata (transabdominal) com volume de 48,6 cm3, sem projeção intravesical. Volume vesical pré-miccional de 358 ml e pós-miccional de 80 ml. Considerando as informações acima, a melhor opção para o tratamento do paciente é:
Menino, 3 anos, dá entrada no pronto atendimento com quadro de cianose e dispneia, semiconsciente, pouco reativo. Ao exame físico FC = 164 bpm, Sat = 65%, palidez cutânea, ictus visível com precórdio hiperdinâmico, primeira bulha hiperfonética e segunda bulha hipofonética sem sopro, abdômen com fígado a 1 cm RCD, pulsos finos. A mãe refere que a criança estava brincando no quintal e teve uma queda, chorou muito e iniciou o quadro de cianose com perda de consciência, refere também que a criança é portadora de cardiopatia congênita que não lembra o nome, mas que desde bebê é muito “roxinho” e já teve outras crises como essa. Está há 15 dias sem tomar a medicação e aguarda vaga para realizar cirurgia cardíaca. Com base nos dados acima, qual a hipótese diagnóstica e melhor tratamento a ser instituído no pronto atendimento?
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