Questões na prática

Clínica Médica

Neurologia

É indicado o uso de trombólise intravenosa em paciente que tenha recebido o diagnóstico de acidente vascular cerebral isquêmico, e que apresente:

A
tempo de evolução neurológica inferior a três horas até o momento do início do trombolítico.
B
trombocitopenia (menos de 100.000 plaquetas/mm³).
C
pressão arterial igual 190 mmHg x 120 mmHg.
D
melhora rápida das manifestações neurológicas.
E
crises convulsivas no início das manifestações clínicas.
Mulher, 34 anos de idade, procedente do interior de Minas Gerais, procura ambulatório de clínica médica queixando-se de diarreia importante nos últimos 4 dias. Refere 8 a 10 evacuações por dia, com fezes líquidas e de cheiro forte. Nega sangue ou muco nas fezes. Tem antecedente de meningite tuberculosa há 3 anos. Abusa de drogas ilícitas e sabe ser portadora do HIV há 12 anos. Nunca fez tratamento regular com antirretrovirais. O exame físico mostra a paciente em regular estado geral, desidratada 2+/4 e com diminuição da força muscular difusamente. Na investigação da etiologia da diarreia, o exame mais apropriado é:
Paciente, 75 anos de idade, que trabalhou em olaria e fumou dos 15 aos 65 anos de idade, queixa-se de dispneia progressiva há 20 anos. No momento, tem dispneia aos pequenos esforços e períodos de agravamento com tosse e secreção amarelada após gripes ou resfriados. Ao exame físico, apresentava-se em bom estado geral, corado, hidratado, afebril, taquipneico, cianótico e emagrecido. Havia estertores finos bilaterais, redução bilateral e simétrica dos limites pulmonares e baqueteamento digital. O diagnóstico mais provável é:
Homem, 42 anos de idade, procurou atendimento médico em unidade básica de saúde, com história de diarreia há três meses, com fezes pastosas em grande volume, com restos alimentares e presença de gordura. Perda ponderal de 10 kg no período. Refere ingestão de meia a uma garrafa de aguardente por dia, desde a adolescência. Ao exame físico: bom estado geral, mau estado nutricional, consciente, orientado e hipocorado +/4+. Pressão arterial: 90/60 mmHg e frequência cardíaca: 102 bpm. Abdome escavado, flácido, discretamente doloroso à palpação profunda de epigástrio, sem sinais de defesa, sem visceromegalias ou massas palpáveis, ruídos hidroaéreos normativos. O mecanismo fisiopatológico que mais, provavelmente, explica a diarreia é:
Mulher, 25 anos de idade, foi atendida na unidade básica de saúde com queixa de pirose e regurgitação há 6 meses. Negava disfagia, náuseas, vômitos, sangramento digestivo e perda ponderal. Ao exame físico: bom estado geral, corada, hidratada, índice de massa corporal: 31 kg/m2, PA: 130/80 mmHg, frequência cardíaca: 84 bpm, abdome plano, flácido, indolor, sem sinais de defesa, sem visceromegalias ou massas palpáveis, ruídos hidroaéreos normais. A melhor conduta na abordagem inicial deste caso é:
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